Olá jovem forasteiro, seja bem vindo ao Círculo Interno. Aqui oferecemos diversas opções de mesas de rpgs. Agora que você sabe sobre isso, deverás escolher se cruzará ou não esta porta, já que atrás dela há o encontro de várias realidades! Divirta-se!!!
 
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     [FICHAS] - Personagens de Jogadores

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    yuri_fidalgo
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    MensagemAssunto: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Ter Jun 15, 2010 5:50 pm

    Aloyr, O Reforço




    Dados


    Jogador: Be_nuca
    Raça: Elfo
    Classe: Clérigo
    Nível: 01
    Divindade: Rainha de Rapina
    Idade: 22 anos
    Deslocamento: 7 Quadrados
    Experiência: 500


    Atributos / Modificador


    FOR: 14 / +2
    CON: 11 / +0
    DES: 08 / -1
    INT: 11 / +0
    SAB: 17 / +3
    CAR: 15 / +2

    Defesas


    CA: 17 (10 + 01 + 06)
    FORT: 14 (10 + 01 + 02 + 01)
    REFL: 12 (10 + 01 + 00 + 01)
    VONT: 17 (10 + 01 + 03 + 02 + 01)

    Vida


    PVs: 07
    Pulsos de Cura por Dia: 07
    Valor do Pulso de Cura: 02

    Pericias


    Acrobacia: +- 00
    Arcanismo: + 01
    Atletismo: + 03
    Blefe: + 03
    Diplomacia: + 08
    Exploração: + 04
    Furtividade: +- 00
    História: + 00
    Intimidação: + 03
    Intuição: + 09
    Ladinagem: +- 00
    Manha: + 03
    Natureza: + 04
    Percepção: + 04
    Religião: + 06
    Socorro: + 09
    Tolerância: + 01

    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Durável

    Sem Limite

    Chama Sagrada
    Lança da Fé

    Por Encontro

    Canalizar divindade - Afastar Mortos-Vivos / Fortuna Divina)
    Palavra de cura
    Precisão Élfica
    Causar Medo

    Diários

    Cascata de Luz

    Utilitários

    História


    Aloyr é um meio-elfo independete, descontraído. É muito auto-confiante, chegando a pareçer metido mutias vezes. As vezes toma atitudes impulsivas, mas age de forma protetora. Aloyr nasceu em Kenidia, onde vive até os dias de hoje. Seu pai largou a familia antes dele chegar a adolescencia. Não passava de um velho louco que pensava que era um deus, que nunca fora presente em sua vida e foi dar uma de aventureiro pelo mundo afora. Quanto a sua mae e irmão, eram uns coitados, aceitavam tudo em troca de dinheiro, quando um nobre lhes ofereceu comida e hospedagem de qualidade se o acompanhassem prestado-lhe serviços, eles aceitaram. Aloyr ja trabalhava em uma taverna naquela epoca, e mesmo que não trabalhasse, teria recusado do mesmo modo.
    Estava se virando bem sozinho, até o dia em que foi demitido. Desolado, com rancor e sozinho, Aloyr recorreu a sua deusa, nessa epoca ele criou uma ligaçao muito forte com "A Rainha da Rrapina". Foi no mesmo periodo em que ele conheceu uma pessoa que ele consideraria um pai, mais adiante, "Pisso, O Ferreiro", era um velho humano e ex-aventureiro, sem as duas pernas. Pisso lhe pedia favores, já que não podia andar, e Aloyr os fazia de bom agrado, em troca podia ficar na casa de Pisso, recebia ensinamentos e raramente itens que ele fazia ou mesmo guardava de lembrança.
    Certo dia houve uma grande movimentação na taverna, Aloyr, ficou curioso e foi ver o que estava acontecendo, era o maior numero de bêbados juntos que ele ja tinha visto em sua vida brigando entre si. Não tendo nada a perder, ele se juntou a eles, foi quando conheceu um pequenino e divertido gnomo (o max, gnomo-bruxo). Conheceram se melhor e não se separaram mais virando grandes companheiros.


    Equipamento


    Cota de malha
    Maça estrela
    Arco longo
    Kit de aventureiro padrao
    Amuleto da proteção +1
    Simbolo Sagrado Mágico (Rainha de Rapina)
    Cavalo (Queonoto)


    Última edição por yuri_fidalgo em Sab Jul 31, 2010 5:48 pm, editado 12 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Dom Jun 20, 2010 1:30 pm

    Garrick, o Sádico




    Dados


    Jogador: Max125
    Raça: Gnomo
    Classe: Bruxo
    Nível: 04
    Divindade: Rainha de Rapina
    Idade: 33 anos
    Deslocamento: 5 Quadrados
    Experiência: 5.340


    Atributos / Modificador


    FOR: 12 / +1
    CON: 17 / +3
    DES: 12 / +1
    INT: 16 / +3
    SAB: 09 / -1
    CAR: 19 / +4

    Defesas


    CA: 14 (10 + 02 + 02)
    FORT: 15 (10 + 02 + 03)
    REFL: 16 (10 + 02 + 03 + 01)
    VONT: 17 (10 + 02 + 04 + 01)

    Defesas


    PVs: 35
    Pulsos de Cura por dia: 09
    Valor do Pulso de Cura: 02

    Pericias


    Acrobacia: + 03
    Arcanismo: + 12
    Atletismo: + 03
    Blefe: + 11
    Diplomacia: + 06
    Exploração: + 01
    Furtividade: + 04
    História: + 01
    Intimidação: + 06
    Intuição: + 06
    Ladinagem: + 08
    Manha: + 06
    Natureza: + 01
    Percepção: + 01
    Religião: + 05
    Socorro: + 01
    Tolerância: + 05

    * negrito = pericia treinada

    Habilidades



    Básicas (+ Talentos)

    Caminhar Sombrio
    Maldição do Bruxo
    Pacto Infernal
    Tiro Primoroso
    Bênção do Obscuro (Aprimorado)
    Furtividade Reativa
    Mestre Trapaceiro (Mão Fantasmagórica)
    Origem Feérica
    Malandro Astuto
    Conjuração Ritual
    Iniciativa Aprimorada

    Sem Limite

    Rajada Mística
    Reprimenda Infernal

    Por Encontro

    Abraço Vampírico
    Desvanecer
    Raio Ígneo

    Diários

    Chamas do Flegetonte

    Utilitários

    Resiliência Abissal

    História


    Garrick nasceu na cidade de Quarion, morada dos gnomos e dos eladrin. Filho de Orryn, o Feiticeiro, e de Nissa, a Virtuosa, foi criado, na expectativa do pai, de se tornar um feiticeiro poderoso como ele. O garoto infelizmente não havia herdado o dom da magia de seu pai e de seu irmão mais velho, Alvin, que seguiu os caminhos do pai. Ficou, então para ser treinado para ser como sua mãe, - e para o desgosto de seu pai - um bardo.

    Apesar de ser sempre colocado em segundo lugar por seu pai, era muito amado e cuidado por sua mãe. Ela passou a treiná-lo em suas artes, mas o pequeno gnomo parecia não ter também aptidão para aquela carreira. Cansado de ser desmerecido pelo pai, depois de certa idade, Garrick resolveu sair de Quarion. Apesar de ter sido difícil a separação com sua mãe, Garrick sabia que ser livre seria melhoor para ele próprio, que ele precisava daquilo.

    Então saiu da Quarion e começou sua viagem. Acabou por chegar a Iselm. Então aconteceu. Demônios aparentemente vindos do nada atacaram a cidade. Garrick não era treinado nas artes do combate, então foi pego desprevenido por um dos inimigos. Ele o encurralou. Garrick podia sentir a aura sombria e cruel que emanava da besta. Mais estranho foi o que aconteceu quando o inimigo partiu para o ataque final. Ele cravou suas garras no peito do gnomo, mas ocorreu uma estranha conexão entre o demônio e ele. Parecia que Garrick estava absorvendo a aura demoníaca da fera. A corrente foi tão anormal que acabou por abater a criatura, deixando Garrick em condições ruins, porém vivo. A invasão foi controlada e o gnomo conseguiu se recuperar.

    Decidiu pesquisar sobre o ocorrido. Acabou por descobrir que havia participado de um pacto infernal por acidente e agora detinha poderes diferentes. Foi viajar para Parardon pois descobriu que lá havia um grande mestre bruxo, que detinha os mesmos poderes que ele, porém muito mais desenvolvidos. Chegou ao seu destino e encontrou o mestre bruxo, chamado Alron, o Místico. Ele concordou em treinar o jovem gnomo pois já era senhor de idade e não tinha deixado dicípulos.

    Garrick foi ensinado e treinado por Alron, que depois de alguns anos veio a falecer. A esposa viúva do bruxo deu de presente para Garrick alguns itens para poder se virar sozinho e um bastão mágico para melhorar seu desempenho em combate, e depois disso, o gnomo partiu. Tinha de fazer seu próprio caminho agora.

    Chegou em Keinidia, onde viveu por um tempo até que conheceu, no meio de umja briga de taverna, Aloyr. Os dois se ajudaram para saírem bem do meio da "festa" e então tornaram-se amigos. Continuou vivendo na cidade por causa de seu amigo, virando-se para achar um lugar para passar as noites.

    Por causa da maneira como foi criado, tornou-se um rebelde, fazendo tudo a seu gosto e deu ele mesmo para si o seu "sobrenome" que diz muito de sua personalidade. Começou a venerar a Rainha de Rapina porque identificou-se com seu dogma de punição. Julga o que é certo e o que é errado por si mesmo. Ajuda apenas aqueles que julga merecerem. É imparcial em tendência, mas geralmente evita ações que considera malignas, mas não deixa de ser cruel com aqueles que merecem sua crueldade. É um "espírito livre", maroto e brincalhão, mas sabe muito bem quando é a hora de falar sério, tornando-se um adversário difícil em batalha.


    Equipamento


    Bastão Mágico +1
    Foice
    Corselete de Couro
    Kit do Aventureiro Padrão


    Última edição por yuri_fidalgo em Qua Ago 18, 2010 1:50 pm, editado 7 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Ter Jun 22, 2010 7:36 pm

    Storm Olhos de Águia




    Dados


    Jogador: Skar
    Raça: Feral
    Classe: Patrulheiro
    Nível: 04
    Divindade: Corellon
    Idade: 17 anos
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência: 5.090


    Atributos / Modificador


    FOR: 18 / +4
    CON: 12 / +1
    DES: 16 / +3
    INT: 11 / +-0
    SAB: 17 / +3
    CAR: 09 / -1


    Defesas


    CA: 15 (10 + 02 + 03)
    FORT: 16 (10 + 02 + 04)
    REFL: 16 (10 + 02 + 03 + 01)
    VONT: 16 (10 + 02 + 03 + 01)


    Vida


    PVs: 27
    Pulsos de Cura por dia: 07
    Valor do Pulso de Cura: 06


    Pericias


    Acrobacia: + 12
    Arcanismo: + 02
    Atletismo: + 05
    Blefe: + 01
    Diplomacia: + 01
    Exploração: + 05
    Furtividade: + 12
    História: + 02
    Intimidação: + 01
    Intuição: + 05
    Ladinagem: + 04
    Manha: + 01
    Natureza + 10
    Percepção + 10
    Religião: + 02
    Socorro: + 10
    Tolerância: + 08

    * negrito = pericias treinadas


    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Presa do Caçador
    Tiro Primoroso
    Mobilidade Defensiva
    Caçador Ágil
    Tiro Longo

    Sem Limite

    Ataque Cauteloso
    Golpe Lépido

    Por Encontro

    Golpe Evasivo
    Metamorfose
    Golpe do Javali Presa do Trovão

    Diários

    Repartir Disparo

    Utilitários

    Servir-se de Solo


    História



    Storm nasceu e foi criado na floresta de Galamion, assim como seu pai. Ele sempre foi criado em uma tribo pequena e bem fechada, com no máximo 15 membros. Durante alguns anos deixou a vila após se destacar em suas habilidades para se formar em uma renomada academia de patrulheiros. Seu pai ficou com o pé atrás sobre a ida do jovem à academia, mas Storm acabou indo, se tornando um dos melhores aprendizes e ganhando o sobrenome de Olhos de Águia.
    Quanto o metamorfo se formou, resolveu voltar à vila e havia descobrindo que seu pai havia desaparecido. Membros da vila disseram que ele saiu em uma importante missão, já outros afirmam que ele foi seqüestrado. O jovem esperou 3 meses, mas nada de seu pai retornar. Agora Storm sai em sua primeira missão de verdade: encontrar seu pai, seu grande herói.
    Em suas aventuras sempre utiliza uma máscara dada pelo chefe de sua tribo. Dizem que esta máscara foi banhada com a água da fonte sagrada que só a tribo sabe sua localização.
    Apesar de jovem, Storm é cheio de vontade de viver. Ele é muito sério e sempre está com o pé atrás com pessoas que não sejam de sua tribo. Pouco conheçe do mundo, e muitas vezes chega a ser uma pessoa ingênua.


    Equipamento


    Arco Longo
    Rapieira
    Gibão de Peles
    Kit do Aventureiro Padrão


    Última edição por yuri_fidalgo em Qui Ago 12, 2010 5:19 pm, editado 7 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Qua Jun 23, 2010 6:43 pm

    Trapaça, a Invisivel





    Dados


    Jogador: Richie
    Raça: Tiefiling
    Classe: Ladina
    Nível: 05
    Divindade: Rainha de Rapina
    Idade: 17 anos
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência: 7.175


    Atributos / Modificador


    FOR: 13 / +1
    CON: 10 / +-0
    DES: 17 / +3
    INT: 15 / +2
    SAB: 06 / -2
    CAR: 16 / +3


    Defesas


    CA: 17 (10 + 02 + 03 + 02)
    FORT: 13 (10 + 02 + 01)
    REFL: 17 (10 + 02 + 03 + 02)
    VONT: 14 (10 + 02 + 02 )

    Vida


    PVs: 17
    Pulsos de Cura por dia: 05
    Valor do Pulso de Cura: 04


    Pericias


    Acrobacia: + 10
    Arcanismo: + 04
    Atletismo: + 03
    Blefe: + 12
    Diplomacia: + 05
    Exploração: +- 00
    Furtividade: + 12
    História: + 04
    Intimidação: + 10
    Intuição: +- 00
    Ladinagem: + 10
    Manha: + 10
    Natureza: +- 00
    Percepção: +- 00
    Religião: + 04
    Socorro: +- 00
    Tolerância: + 02

    * negrito = pericia treinada


    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Sanguissedento
    Resistência ao Fogo (+5)
    Aptidão com Armas dos Ladinos
    Ataque Furtivo
    Golpe Inicial
    Táticas Ladinas – Esquivo Brutal
    Saque Rápido
    Espirito Artista de Fuga
    Durável

    Sem Limite

    Floreio Ardiloso
    Golpe em Resposta

    Por Encontro

    Cólera Infernal
    Golpe Pasmoso
    Lâmina do Trapaceiro

    Diários

    Alvo Fácil
    Resposta Sagaz

    Utilitários

    Acrobacia


    Historia:

    Criada às margens da cidade de "Fenda de Tordek", essa tiefiliging é trapaçeira, porém gentil. Gosta de pregar peças em seus companheiros quando adquire a confiança deles. A família de Nemeia, assim como era chamada, viveu duros anos. Como os tielfilings não eram bem vistos, as poucas familias da raça que sobrou por ali foram marginalizadas e escurraçadas do grande centro da Fenda. Não foi diferente com a família de Nemeia.
    Até que um dia, apesar da familia ser contra, a fome disse mais alto, e Nemeia saiu para a cidade no intuito de roubar comida. Seu plano foi perfeitamente executado. A partir desse dia Nemeia se tornou Trapaça, a Invisível e nunca mais revelou seu verdadeiro nome a ninguém.
    A garota costumava andar mascarada nos becos noturnos, sempre furtiva e exata, roubava apenas o que queria, não machucava nem matava ninguém.
    Há alguns meses atrás, Trapaça entrou em uma loja de armas e achou um objeto que lhe chamou atenção. Uma besta de mão, ela sempre
    tivera admiração aos homens que usavam essa arma, então sem exitar roubou a arma. Porém a algumas luas atrás, um grupo de homens armou uma cilada para a jovem Tielfiling encurralando-a. Então a garota se lembrou da arma que havia roubado e que sempre levava consigo e enfrentou os quatro homens corajosamente, derrotando-os. Entre os quatro homens estava Heldeck, filho do Sopro Leve, um dos maiores ladinos de todo o continente.



    Equipamentos:

    Beste de Mão (+1)
    Espada curta
    Ferramentas de Ladrão
    Kit de escalar
    Tocha Eterna
    Corselete de Couro


    Última edição por yuri_fidalgo em Ter Ago 17, 2010 6:15 pm, editado 3 vez(es)
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    Iluminação: 780
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Dom Jul 04, 2010 11:49 pm

    Garek, O Rugido Trovejante




    Dados


    Jogador: Sowl Luceferi
    Raça: Draconato
    Classe: Senhor da Guerra
    Nível: 05
    Divindade: Bahamut
    Idade:
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência: 6.915 xp


    Atributos / Modificador


    FOR: 18 / +4
    CON: 15 / +2
    DES: 14 / +2
    INT: 17 / +3
    SAB: 10 / +- 0
    CAR: 18 / +4

    Defesas


    CA: 18 (10 + 02 + 06)
    FORT: 17 (10 + 02 + 04 + 01)
    REFL: 15 (10 + 02 + 03)
    VONT: 17 (10 + 02 + 04 + 01)


    Vida


    PVs: 34 Pvs
    Pulsos de Cura por Dia: 09
    Valor do Pulso de Cura: 08

    Pericias


    Acrobacia: + 04
    Arcanismo: + 05
    Atletismo: + 11
    Blefe: + 06
    Diplomacia: + 11
    Exploração: + 02
    Furtividade: + 04
    História: + 07
    Intimidação: + 13
    Intuição: + 02
    Ladinagem: + 04
    Manha: + 06
    Natureza: + 02
    Percepção: + 04
    Religião: + 05
    Socorro: + 07
    Tolerância: + 04


    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Fúria dos Draconatos
    Herança Dracônica
    Líder de Combate
    Presença Inspiradora
    Sentidos dos Draconatos
    Sopro de Dragão Ampliado
    Frenesi dos Draconatos


    Sem Limite

    Golpe de Comandante
    Pancada Furiosa


    Por Encontro

    Sopro de Dragão [Elétrico | FOR+2 vs. REFL]
    Palavra de Inspiração [x2]
    Ataque Acolhedor
    Golpe do Senhor da Guerra


    Diários

    Baluarte da Defesa
    Levantar os Caídos


    Utilitários

    Violência Crescente


    História


    Ramtos é uma tradicional família de draconatos, leal ao deus dragão Bahamut.
    Dela surgiram bravos guerreiros que se tornaram importantes para a historia de seu povo. Detentora de grandes poderes e bravura, era unida até o dia do tratado de paz entre os draconatos e os orcs. Dois irmãos - Harkkhen e Gorkkhen - discordaram um do outro quanto ao ocorrido. Gorkkhen, gentil e compreensivo, era a favor de tal acontecimento, pois não queria mais ver lutas por motivos fúteis considerando-se os efeitos que a guerra causava a ambos os povos. Mas Harkkhen não concordava com aquilo. Temia que algum dia, os orcs viessem a trair esse tratado, e atacar o povo dracônico enquanto este estivesse de guarda baixa. Harkkhen apenas consentiu após o tratado receber a aprovação do próprio deus Bahamut. No entanto, ainda houve discussões entre os dois irmãos, e Harkkhen decidiu se afastar da linhagem, criando uma grande ramificação na família, sendo então conhecida como Fa Ramtos.
    Ge Ramtos, como passou a se chamar a ramificação principal, continuou sendo a favor do acordo. Ambas as ramificações continuaram leais a sua religião e seu povo, embora houvesse brotado certa rivalidade entre ambas.
    Descendente da família Ge Ramtos, Garek foi treinado para ser um líder de combate. Mesmo com toda a rivalidade entre as famílias, Garek não se deixou influenciar muito, cresceu considerando seu primo como um irmão, e ambos levavam uma vida de rivalidade saudável, apenas para se fortalecerem juntos.
    Ainda trilhando o caminho para se tornar um grande líder, foi designado como comandante de um pequeno esquadrão de patrulha, qual Garek nomeou de Presa Radiante. O esquadrão era composto por Garek, seu irmão mais novo Gorsak, a jovem clériga Khail, e o grande guerreiro Farant.
    Pouco antes do falecimento de seu avô, este lhe deu de presente a herança da família, a espada Blitzhauer. Como uma das ultimas ordens de seu avô, Garek não pôde empunhá-la até terminar seu treinamento. Ao empunhá-la a primeira vez, ele não sentiu nada de diferente, até notar as inscrições na lamina, que em dracônico significavam "A luz que guiará nosso povo". Ao ler as inscrições, a lamina é envolvida em eletricidade e na mente de Garek surge um turbilhão de imagens, para ele, indecifráveis ainda.
    A espada Blitzhauer foi lhe passada diretamente por seu avô por sua mãe não ter nascido com o dom do combate armado.
    Garek comanda sua pequena equipe de 3 pessoas: Gorsak Ge Ramtos, Khail Julen e Farant Lewks.
    Irmão mais novo de Garek. Assim como sua mãe, ao invés de herdar o dom da guerra, herdou o dom da magia de sua linhagem, tornando-se um feiticeiro para auxiliar seu irmão, o qual admira muito. Ele é tímido e ainda se atrapalha bastante quando fica nervoso. Jovem e ainda inexperiente, aos seus 17 anos já foi designado ao esquadrão de seu irmão por ter um grande potencial a ser desenvolvido.
    Prodígio a serviço do clericato. Khail tem um gênio forte e tende a impor sua opinião sobre a dos outros, tomando a posição de líder às vezes.
    Age como guarda-costas da equipe. Fala pouco, mas gosta dos momentos alegres entre seus amigos, com quem ele agora consegue se expressar melhor e demonstrar seu senso de humor e grande coração.

    Equipamento


    Equipamentos
    Blitzhauer (Espada Bastarda)
    Adaga
    Cota de Malha
    Broquel
    Kit de Primeiros-Socorros
    Medalhão da Família


    Última edição por yuri_fidalgo em Qui Ago 05, 2010 12:05 am, editado 4 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Qui Jul 15, 2010 2:11 pm

    Lidia, o Vento Inexorável




    Dados


    Jogador: Kingwerneck
    Raça: Meio-Elfo
    Classe: Xamã
    Nível: 05
    Divindade: Corellon
    Idade:
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência: 5.615


    Atributos / Modificador


    FOR: 09 / -1
    CON: 16 / +3
    DES: 16 / +3
    INT: 16 / +3
    SAB: 16 / +3
    CAR: 17 / +3

    Defesas


    CA: --
    FORT: 16 (10 + 02 + 03 + 01)
    REFL: 15 (10 + 02 + 03)
    VONT: 16 (10 + 02 + 03 + 01)

    Vida


    PVs: 31
    Pulsos de Cura por Dia: 10
    Valor do Pulso de Cura: 07

    Pericias


    Acrobacia: + 01
    Arcanismo: + 02
    Atletismo: + 04
    Blefe: + 04
    Diplomacia: + 09
    Exploração: + 05
    Furtividade: + 01
    História: + 01
    Intimidação: + 04
    Intuição: + 10
    Ladinagem: + 01
    Manha: + 04
    Natureza: + 05
    Percepção: + 05
    Religião: + 07
    Socorro: + 10
    Tolerância: + 02

    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Espírito Perseguidor
    Dádiva do Espírito
    Espirito Caçador Adepto
    Orador dos Espíritos

    Sem Limite

    Presas do Espírito
    Golpe do Perseguidor
    Golpe do Vigilante

    Por Encontro

    Panteras Gêmeas
    Raio do Caos (Poder Sem Limite de Mago)
    Convocar a Pantera do Ralâmpago

    Diários

    Espírito da Inundação de Cura
    Espírito de Eletir
    Espírito do Vento do Falcão

    Utilitários

    Espirito da Vida

    História


    Lidia Coenred não entendia. Sua vida era confusa. Nasceu no meio de uma cidade confusa. No meio da fenda de Tordek. Sua infância foi tão estranha para ela como tudo ao seu redor. O vento soprava cruelmente pelas altas pontas do lugar. Seus cabelos vermelhos bem claros acompanhavam aquela sinfonia fria das ventanias. Uma alta passarela no meio do mercado. Abaixo havia apenas o abismo. Era um lugar de um pouco assustador. Mas não para ela. No meio daquela terra este era o único lugar ao qual se sentia a vontade. O melhor passatempo era observar os pássaros. Únicas criaturas, tão admiráveis. Elas tinham o céu apenas para elas. Podiam a qualquer momento sair daquela terra amaldiçoada e subir para as nuvens. Desaparecer no meio do mundo. Tanta liberdade, tanta vida. Lidia adora aquelas aves e passava suas tarde na ponte apenas olhando para elas enquanto o vento cantava em seus ouvidos.
    As tardes pareciam eternas. Eram tranqüilizantes. Lidia tinha de fato um lugar para voltar, mas nunca se sentiu a vontade ali. Sua casa, se é que pudesse ser chamada assim, era muito simples, humilde. Ela vivia com sua mãe adotiva. Esta vivia doente, mas sempre estava por perto. Era uma boa companhia. Ela costumava dizer que já fora uma grande amiga da me de Lidia e iria ajudá-la custasse o que custasse. O lugar ao qual viviam era como uma pensão, milhares de pessoas passavam seus dias ali. Eram pessoas muito humildes, pessoas que tiveram um passado muito sofrível. E isso também se aplicava a mãe adotiva, Triva, ela nunca falou muita mas já havia sido escravizada.
    A infância de Lidia passou como vento passava pela cidade. Livre, mas sempre visando o grande céu. Era isso que ela tanto esperava. Sair daquelas terras, conhecer um pouco mais sobre esse e mais importante, conhecer um pouco mais sobre si mesma. Algo em sua vida não estava certo. Porque uma meia elfa vivia com uma ex-escrava? Como sua mãe conheceu Triva? Pelo menos era claro que esta era uma elfa pura, mas o mistério apenas aumentava. Era difícil entender tudo aquilo, mas ainda quando ninguém ao seu redor falava nada para ela. Lidia sabia que sua mãe adotiva guardava algum segredo, mas esta preferiu morrer com ele. Foi uma noite triste, mas inevitável. Todos já esperavam por isso. Sua doença estava se intensificado muito nos últimos meses.
    A vida de Lidia mudou muito depois desse infortuno evento. Aquela foi a noite que sua infância se foi. O céu estava silencioso. Não havia vento. Felizmente este voltou na manha seguinte. Ela acreditava que era um sinal. E talvez fosse. Um velho, barman de uma taverna próxima, um amigo de Triva bateu em sua porta. Ele nada possuía de grande valor. Apenas suas simplórias roupas e uma carta. A guardou calmamente em sua roupa enquanto sorriu para a jovem. Então conversou com ela. Disse que sua mãe, na verdade a adotiva, sempre quis que sua filha saísse daquela cidade amaldiçoada, mas ela já estava doente demais para começar uma nova vida. Então um pedido foi feito para o velho barman, Ruffo, que aceitou com prazer. Ele possuiu há muitas décadas uma pequena fazenda para o sul daquelas terras. Era um lugar afastado de toda a agitação daquele lugar. Uma terra livre. Tão livre como os pássaros da ponte.
    Assim Ruffo decidiu abandonar a cidade. Já era tempo para tal, ele sempre quis que seus últimos dias fossem fora daquele lugar abafado. E foi assim que Lidia teve sua chance de sair daquelas terras. Sua mãe sabia que esse era seu desejo e o providencio, mesmo depois de morta. Ela olhou pela última vez para aquela terra sombria que passou toda sua vida. Milhares de pessoas, milhares de raças, milhares de histórias, milhares de sofrimentos e angustias. Finalmente uma nova vida pensava ela. Esta ficou eternamente grata ao velho Ruffo. Os dois saíram daquela terra em uma manha abafada. Uma nuvem cobria o céu e os ventos do vale levantavam uma fina camada de poeira. Assim toda a infância ficou para trás. À frente apenas a estrada havia.
    Os dois caminharam e caminharam. Os dias se passavam como deveriam passar, mas não para Lidia. Aquela era uma nova vida, uma nova experiência. Uma nova vida. Tudo era diferente. Tudo era livre. Os coelhos no meio do campo passavam calmamente pela grama. Em seguida começavam a correr desesperadamente quando uma grande águia se aproximava do chão. As formigas faziam sua trilha escura pelo meio do caminho de terra e pedras. Carregavam folhas, sementes e outros animais. Essa era a lei da floresta. Mas diferente da cidade ali tudo fazia sentido. Todo o ciclo da vida. Todas as formas. Todas as peças do quebra-cabeça se encaixavam. Aquele era o paraíso que Lidia tanto buscava.
    Ela não soube ao certo o quão foi para o sul, mas o clima já era bem diferente. O verde se expandia por toda sua visão. Bosques, campos, colinas. Tudo era diferente do norte. Esta parte da terra era vazia. Se passara vario dias sem ver sequer uma forma de vida. Ruffo dizia que havia poucos assentamentos naquela terra. Principalmente de humanos. Entretanto estavam indo para um desses. Se chama Stonebridge. Quando chegaram Lidia se perguntou se aquilo realmente era um vilarejo. Apenas algumas casas de palhas e claramente uma ponte. Um lugar muito simples. Muito de fato. Porem eles não haviam ainda chegado em seu destino. A antiga fazenda do velho barman ficava para leste daquele povoado. O caminho não era longo. Um pequeno caminho pela floresta, uma ponte de corda passando por uma pequena garganta e pronto. A fazenda. O lugar estava totalmente abandonado, mas era lindo. Uma pequena casa do lado de uma singela cachoeira. O córrego cortava o lugar. Mais tarde aquela água iria passar pela garganta e depois pelo vilarejo. O som do rio era mágico. Relaxante. O lugar estava consumido pela vegetação. O mato havia crescido bastante, mas nada que não pudesse ser evitado.
    Lidia continuou crescendo, mas agora sua vida era diferente. Ela tinha o que tanto queria. Uma vida no meio da natureza. Os anos se passaram e ela aproveitou tudo que pode daquele lugar. Conseguiu restaura a fazenda com a ajuda do velho homem que já sentia sua morte chegando. Eles cuidavam de alguns animais e eventualmente levavam comida para o povoado em troca de algumas moedas. Era o suficiente. A vida naquele pequeno vale era única. Diferente de qualquer coisa que Lidia esperava de seu destino. Foi então que ela entendeu como funcionava a grande roda do destino. Como essa era misteriosa. A vida podia se inverter com muita facilidade. Era complicado entender, mas sempre fazia sentido. Aquele lugar fazia sentido para ela. As galinhas que ciscavam no chão. Os peixes subindo o córrego no verão. O som do vento se misturando com a água corrente. Esse era o grande significado de tudo pensava ela, a harmonia da natureza.
    O vale não era nada mais nada menos que uma pequena amostra do mundo. O que havia ali era apenas uma simples representação em pequena escala do que havia em todo o mundo. Logo era lógico que as coisas que ocorrem no resto do globo aconteceriam lá também. O equilíbrio é relativo, a fazenda poderia estar em equilíbrio em seu próprio ecossistema, mas não com todo o mundo. Algo precisava equilibrar, pois é assim que a natureza funciona. É assim que a roda do destino funciona. E foi assim que funcionou. Com fogo.
    Lidia acordou vendo luz pela janela de sua cabana. A principio achou que fossem os raios matinais, mas se lembrou que o sol demorava para bater naquele vale, ainda era noite. Então ela se levantou e abriu a porta para entender melhor a situação. Logo compreendeu. Eles não estavam mais sozinhos. Um grupo de mercenários decidiu passar por aquelas bandas. Eles estavam do outro lado do córrego queimando o armazém enquanto partiam. Iam para Stonebridge. A jovem levou um susto a principio, mas ela sua alma não foi ferida com tal evento. Esse tipo de coisa é apenas um reflexo de tudo que há ao redor do mundo. Depois da triste infância que passou aquilo não era surpresa. Já havia ouvido histórias piores, muito piores. Entretanto não pode simplesmente agir friamente em relação aquele evento. Não quando viu Ruffo na pequena ponte do córrego nos seus últimos segundos de vida. Talvez sangrado, não dava para saber. Ela ficou triste por tal evento, mas sua cabeça já até havia esquecido a causa daquele evento, apenas pensava em como consertá-lo. Por isso foi para o córrego, onde pode ouvir as últimas palavras do velho. Ele não disse muito, não havia muito que dizer pois pouco ele sabia. Mas falou o mesmo que Triva o disse em seus últimos momentos. A ultima mensagem foi clara. Sua verdadeira mãe havia escrito uma carta e esta era para ser lida quando ninguém mais estivesse por perto. Era para ser lida quando Lidia estivesse sozinha.
    Entretanto aquele não era o momento certo. Ela sabia que o vilarejo corria perigo e tinha que chegar primeiro lá para poder avisar sobre o grupo que se aproximava. Ela pegou um arco de caça que possuía e olhou pela última vez para o mágico vale. Fez uma despedida silenciosa para o velho homem que morreu como sonhava e então se virou. Ouviu por alguns minutos ainda o som suave da cachoeira, mas logo depois esse sumiu no meio de outros milhares de sons. A noite ainda era intensa na floresta. O sol estava longe de chegar. As trevas consumiam o lugar, mas até esta estavam abaladas, os sons que ali havia eram diferentes das outras noites. Eram gritos, o grupo que ali passara era um bando de bárbaros. Eram desorganizados, corriam como loucos pela floresta. Talvez estivessem bêbados mas não dava para dizer muito de fato.
    Lidia correu o mais rápido possível em direção da ponte que cortava a garganta. Era o caminho mais rápido para o vilarejo. O alternativo era muito comprido, tinha que serpentear todo o rio a baixo. Ela já conhecia os corta-caminhos daquele lugar e esperava chegar primeiro na ponte. Então houve o imprevisto. Logo na sua frente. Uma forma negra no meio da noite. Apenas os olhas brilhavam. Estava vivo. Estava com sede, sede de sangue. Não dava para ver direito mas Lidia acreditava que era um Orc. Era um ser selvagem. Ele estava agitado, feliz com todo o caos que conseguiu causar. Mas Lidia não sentiu uma força maligna vindo dele, era mais como um animal com fome. Era natural. Então não houve o porquê de exitar. Ela esticou seu arco com força. Já havia abatido alguns animais antes para poder se alimentar. Abater um para sobreviver não seria tão diferente. Então soltou a flecha. Essa foi precisa, certeira. Acertou o meio da testa do alvo que só teve tempo de levantar seu martelo antes de cair morto no chão. Essa foi sua primeira morte, mas ela não viu de tal maneira. Foi natural.
    Logo voltou a correr, acreditava ainda que seria possível chegar primeiro na passarela. Mas não conseguiu. Eles já haviam a alcançado. A boa noticia é que tal ato foi em vão. A ponte estava cortada. Um homem estava caído no chão com um sorriso em seu rosto. Era um dos pequenos fazendeiros que viviam naquele lugar. Ele não conseguiu escapar mas pode cortar o único caminho de acesso dos monstros. Ele morreu antes de poder falar qualquer coisa, mas seus dedos falaram por ele. Quando Lidia se aproximou do homem morto viu no chão de terra próximo de sua mão uma seta apontando para o caminho oposto ao da estrada de contorno. A seta desenhada no chão apontava para o cemitério. As criptas! Pensou Lidia. Seguiu a seta finalmente, foi em direção de seu palpite.
    O cemitério era pequeno. Muito por sinal. O que fazia sentido já que aquela terra não tinha quase ninguém. Mas ironicamente havia mais vivos que mortos. E esses números poderiam pior ainda mais se Lidia nada fizesse. Ela tinha que passar rápido pelas criptas e avisar para o vilarejo sobre a situação critica que se aproximava. Por isso ela foi corajosa para o meio daquele lugar dos mortos. Não havia nada ali de sobrenatural, mas as pessoas sempre o evitavam. Diziam que havia uma força maligna naquele lugar. E não estavam errados. Lidia sentiu que o ar ali era mais carregado. E a força maligna se intensificava à medida que se aproximava da mausoléu no meio do lugar. A terra toda era morta e as cercas enferrujadas estavam caídas. O lugar era humilde, mas não o mausoléu. O que havia ali dentro fora construído em outra época, nos tempos de outrora.
    Lidia não gostou do peso do lugar, tinha algo ruim no ar. Sempre teve. Seja quem for que tenha construído aquele lugar ou morrido ali contribuiu fortemente com aquela energia que ali existia. Ódios do passado se intensificam com o tempo pensou ela. Mas a jovem não ficou parada, pegou uma tocha que havia do lado da única construção do lugar, ascendeu com uma pederneira que se encontrava em sua algibeira de pano. Então abriu usando um pouco de força a velha porta de mármore acinzentada. Atrás dessa havia um escada. Mas antes dela entrar algo saiu. Pelo menos foi a impressão que teve. Era como se uma nuvem carregada tivesse finalmente saído. Após o primeiro impacto com aquele lugar ela decidiu prosseguir e entrou rápido na cripta. Estava com pressa.
    O lugar perecia um labirinto. Estatuas, quadros, era bem decorado. O incrível era o tamanho daquele lugar. Calo que estava tudo abandonado há séculos, mas não deixava de ser impressionante. O primeiro corredor possuía várias portas. Lidia poderia ter passado bastante tempo ali apreciando as velhas belezas artísticas ou vendo os túmulos dos que ali repousavam, mas não tinha tempo para isso. Sabia que havia uma passagem para o outro lado da garganta então apertou o passo. É simplesmente impossível escolher o caminho certo em um lugar ao qual nunca se esteve. Mas uma situação como essa é o melhor momento para se confiar em seus instintos. Todos nós nascemos não para morrer e sim para sobreviver. Logo há dentro de todos nós uma força desconhecida que nos ajuda a sobreviver. É como uma força sobrenatural que sempre esta lá pronta para salvar nossas vidas. E lá estava essa força, ajudando Lidia a sair dali com vida. Ela não sabia para onde ia, apenas sentia que deveria ir pela esquerda ou pela direita. Entretanto essa força interna falhou por um pequeno momento quando ela pisou em falso e percebeu ter caído em uma armadilha. Nada de preocupante, mas uma flecha saiu da parede e quase acertou sua cabeça. A presença dela não era bem vinda ali.
    Com o tempo ela foi percebendo que cada estátua era um tumulo. Elas eram esculturas das pessoas que ali descansavam. Aparentemente eram todos grandes estudiosos, acadêmicos, talvez magos. Poderia ali pertencer a alguma antiga sociedade. Era difícil de se saber, mas era um bom palpite pensou a jovem. Mas esta não parou sua caminhada. Ela ia iluminando os corredores com sua tocha e ascendendo as antigas luminárias do lugar. O que ajudava bastante a atravessar o caminho. Foi imprescindível descer algumas escadas, parecia que cada vez adentrava mais as profundezas da terra, mas claramente era necessário para poder atravessa aquela garganta a qual o rio cortava.
    Foi então que encontrou. Nas partes mais sombrias da cripta. Onde o mármore era negro. Onde havia grandes estatuas de gárgulas. Algo que não parecia ser natural. Talvez fosse de fato, mas para todos nós algo só se é considerado natural se nos realmente conhecemos. É daí que nasce o medo. Nós temos medo daquilo que não conhecemos, de tudo que não pertence ao natural. Lidia sentiu medo. Deveria, nunca havia pensado que veria tal coisa. Mais tarde poderia até concorda que este evento de fato fazia parte da grande biosfera, mas naquele momento sua mente não podia processar tal fato. Apenas o medo a consumia. Ela encontrou um esqueleto.
    Ele estava vivo. Bom, não necessariamente. É difícil compreender de fato como funciona tal evento. Mas lá estava ele. Um ser sem carne. Sem músculo. Sem consciência. Estava armado. Usava uma cota de malha rasgada e um machado. Ele talvez fosse o guardião daquele lugar. Era seu dever proteger aquele santuário esquecido no tempo. O medo era a grande barreiro que impedia as pessoas de entrarem, mas nem sempre tal barreira era efetiva. Por tal motiva lá estava a criatura com seus olhos vermelhos brilhantes como um rubi encarando a jovem assustada. Ela deu involuntariamente um passo para trás. Começou a soar frio. Nenhuma palavra era trocada, apenas o silencio que se quebrava freqüentemente pelos lentos passos do ser talvez vivo talvez morto.
    Essa era à roda do destino. Um grande emaranhado de eventos. É impossível prevê-los. Algumas lendas de uma distante terra diziam que três bruxas tecem essa grande manta do destino e sempre riem do que está para se ocorrer. A ironia do universo é a melhor comedia alguns dizem. Elas passam toda a eternidade apenas rindo do infortuno que se passa no mundo, mas ninguém alem delas consegue vislumbrar o que está por vir. Porem de uma coisa se pode saber, a vida é um equilíbrio, se um grande evento ocorre haverá outro para “anulá-lo”. É assim que as coisas são. Às vezes demora para se alcança o equilíbrio. O que é certo é que este sempre vem. Para Lidia ele veio rápido. Uma grande sorte para compensar um grande azar. Outro peregrino havia adentrado aquele lugar.
    Inicialmente não deu para ver tal pessoa. Apenas um forte porrete de madeira indo na direção da criatura. Esta foi pega de surpresa, se é que pode possuir tal sentimento, e foi derrubada. Não foi tão simples como pareceu. O treinamento envolvido naquele ataque não era simples, aquele que adentrava o lugar era um profissional, em seja lá o que fosse. O crânio da criatura voou em direção da parede e a magia que a fazia meche parou. Agora estava definitivamente morta. Não havia mais porque se assustar. Lidia então decidiu encarar o homem que a salvou. Ela gostou do que viu. Um homem forte, alto com uma rasa barba castanha. Usava vestimentas que deixavam claro que este era um monge. Talvez não o típico pacífico, mas claramente era um. Ele então sorriu quando percebeu que não estava sozinho. Ela não foi a única que gostou do que viu.
    O monge então se apresentou. Ele se chamava Ibbir e estava a procura de certos itens mágicos que foram abandonados por uma antiga sociedade. Nada que fosse de preocupação da jovem. Mas ela fingiu interesse. Entretanto se lembrou novamente de sua missão e por mais que quisesse saber mais sobre aquele homem ela precisava prosseguir. Contou então para ele a situação, este disse que não havia com o que se preocupar. O parceiro dele que estava do lado de fora era bastante forte e poderia dar conta daquele grupo. Foi o que disse meio rindo enquanto saiam daquele lugar. Eles subiram pelo o outro lado e passaram rápido pelos corredores. Não havia nada de novo naquela parte, apenas as mesmas coisas vistas do outro lado. Então finalmente viram o sol.
    Ele estava nascendo logo nas colinas próximas. A saída do lugar deste lado do rio era uma caverna. Dava para ver o pequeno vilarejo logo abaixo. Estava calmo ainda. O que era um ótimo sinal. As chaminés ainda levavam para o céu a fumaça que esquentava as cabanas na noite fria. A colina ao qual estavam estava ainda recebendo os primeiros raios de sol daquela terra. O resto do mundo ainda era noite. Era uma linda visão. Mas não foi apenas Lidia e o monge que a apreciaram. Sentado em uma pedra logo na entrada do lugar estava um caçador. Ele portava uma longa lança e uma espada em sua cintura. Claramente este era muito mais forte que o monge. Seus cabelos vermelhos pareciam sangue vivo naquela fria manha. Seu rosto tinha uma expressão seria, mas ao mesmo tempo se mostrava calmo. Determinado, mas tranqüilo. Era um grande guerreiro. Mas nada disso impressionou a garota. O que realmente a chamou a atenção foi suas orelhas. Ou melhor, depois que ela teve mais tempo de olha para ele, o fato de ser um elfo.
    Ela nunca havia visto muitos e nunca de tão perto. Mas sempre os admirou, pois sabia que sua mãe, sua verdadeira mãe, era elfa. O guerreiro então se levantou, com todo um ar glorioso. Ele ignorou a jovem meia elfa e foi falar com seu parceiro. Perguntou se este havia encontrado o que procuravam. Mas Ibbir falou que apenas achou alguns livros e nada mais. O elfo não se mostrou feliz e preferiu esquecer tudo aquilo. Logo decidiu perguntar quem era a jovem. Ele não se importou muito com sua história mas se mostrou determinado a ajudá-la, por motivos que Lidia não captou na hora. Logo eles desceram a colina. Os três foram para a cidade.
    Lidia finalmente pode completar sua tarefa. Disse rápido para as pessoas que o mal estava chegando e precisavam evacuar o lugar. Entretanto um evento estranho ocorreu. O elfo disse para não saírem dali. Falou que ficariam mais seguros onde estavam. Ninguém entendeu o que ele queria dizer, mas não tinham coragem para contra-argumentar. Logo todos permaneceram em suas casas. Apenas rezando para que o que aquele guerreiro sobre ali ser seguro fosse de fato verdade. Lidia nesse momento não sabia o que fazer, estava preocupada. Mas sua atenção mudou de foco rapidamente, isso se deu quando ela olhou para Ibbir encostado em uma parede de uma das cabanas totalmente calmo. Ele apenas disse, aprecie o show. Ela não estava entendo o que ele queria dizer, não até olhar para a ponte de pedra. No meio dela estava o elfo guerreiro. Ele estava com suas armas a mostra e seus olhos fechados. Apenas esperando, esperando.
    Lidia ficou de queixo caído. Parecia uma criança boba vendo o mar pela primeira vez. Sangue. Bastante dele. Voava pelo ar. Os Orcs não tiveram uma chance se quer. Eles nem conseguiram pisar na ponte. O grande guerreiro provou o significado da palavra grande. Faz os bárbaros que não morreram fugir, eles bateram em retirada. Alguns corpos ficaram pelo chão, o sangue ainda pingava na lança do guerreiro. O sol batia já forte no lugar. Bardos poderiam fazer lindos poemas daquele dia. Mas nenhum deles estava ali. Logo o elfo apenas guardou sua arma em suas costas e atravessou a ponte. Evitou pisar nas poças de sangue e continuo o caminho em direção da floresta. No meio das suas passadas ele levantou a mão e disse alto, vamos Ibbir. Esse concordou e deu uma corridinha atravessando a ponte também. Lidia ainda estava de boca aberta, mas quando viu os dois se distanciando decidiu fechar essa e fazer algo inconsiderado. Simplesmente saiu correndo na direção dos dois. Não sabia ao certo porque mas queria seguir aquele elfo. Por algum motivo as bruxas que tecem o destino fizeram que as coisas assim fossem, mas já dava para ouvir os risinhos malignos delas.
    E menina começou a seguir o grande elfo como se fosse um cachorrinho. Ele apenas ignorava, mas não era o suficiente para fazer esta desistir. Ibbir não se incomodou, por outro lado, gostou da presença dela. Ficou um pouco feliz por finalmente ter alguém com quem conversar. E foi assim que os dias se passaram. Lejan, o guerreiro em seu canto em seu canto em silencio e os outros dois trocando palavras interminavelmente, provavelmente o elfo se irritava com isso, mas conseguia guardar para si mesmo.
    Depois de várias conversas muita coisa se descobriu. Lidia soube que os dois buscavam umas pedras mágicas criadas por uma antiga sociedade. Elas eram muito valiosas e possuíam uma capacidade mágica bastante elevada. Vários estavam atrás delas. Contudo os dois que a jovem acompanhavam a buscavam por motivos únicos e distintos. Ibbir disse que seu propósito era estudá-la para poder compreender mais sobre a vida, a natureza e tudo mais. Ele pretendia fazer algo de bom pelo mundo, era o que costumava dizer. Falava também que estava amaldiçoado, maldição essa causada por uma magia antiga e queria então compensar ao mundo de alguma forma. Lidia não entendia muito o que ele queria dizer com aquilo.
    Lejan já almejava algo menos altruísta, o monge sabia pouco sobre seu passado mas sabia algumas coisas. Como o fato de toda a aldeia dele ter sido destruída por um grupo de mercenários que aspiravam pela pedra que o vilarejo deles possuía. Depois disso ele se voltou a buscar por essas pedras na esperança de um dia poder encontrar aqueles que fizeram aquilo com seu povo. Vingança, uma palavra forte. Tão forte que machuca aqueles que pensam muito sobre ela. Talvez por isso o elfo fosse muito quieto. Nunca falava muito, eram sempre poucas palavras. Ele apenas ignorava a jovem, como se ela não existisse. E foi assim por muito tempo.
    Ela não se preocupava com o elfo a ignorar, apenas por estar perto dele já era uma sensação reconfortante. Com o tempo passando junto dos dois ela se dedicou a estudar. O monge carregava com sigo milhares de livros. Os assuntos em sua maioria estavam relacionados com a natureza o que fazia com que fossem muito interessantes para a curiosa meia elfa. Ela se sentia bem com eles e por isso esqueceu da carta que deveria ler, não era mais a hora certa para tal. Logo se dedicou aos estudos. Começou a conhecer mais as florestas ao seu redor. Eles viajavam muito e sempre havia lugares novos para conhecer. Um dos livros que ela mais focou era o que falava sobre os espíritos da natureza. Ela se identificou com aquilo de alguma maneira bem profunda. Seus estudos progrediram com o tempo. O monge a ajudou bastante para ela alcançar um estado de meditação superior. Ela já passava bastante tempo junto de Ibbir, mas nunca soube qual era a maldições que ele possuía, era o terrível segredo dele.
    Assim dois anos se passaram. Os três andaram bastantes juntos. A jovem estava cada vez mais possuindo conhecimento sobre o mundo ao seu redor com aquela liberdade que tanto sonhou e os dois acreditavam estar cada vez mais perto do que buscavam. Havia uma organização chamada Liga de Sigma que de certa forma colecionava as tais pedras. Esse era o grupo que Lejan queria a cabeça. Eles eram ardilosos e se escondiam muito bem. Mas a tendência de tudo que está escondido é de um dia ser achado. E assim ocorreu. Nas Montanhas de Tóbera. Um pequeno acampamento escondido entre os grandes paredões de rocha clara. Lidia usou seu arco pela primeira vez contra humanóides depois daquele sombrio encontro com o Orc de noite. Ela ficou escondida em uma pequena pedra na parte alta e usou todo o treinamento autodidata que teve para abater quantos fossem necessários. Ela ainda não se sentia confiante o bastante para usar seus conhecimentos espirituais, por isso se prendeu a matéria e usou apenas o seu arco. Mas não foi necessário muito esforço. O elfo preso em sua vingança acabou com todos que estava ao seu redor, nada restou. Essa foi a primeira vez que Lidia sentiu medo ao ver o guerreiro.
    Eles conseguiram informações muito agradáveis dessa vez. Havia um grande acampamento da mesma organização em outro vale não muito distante. Lejan estava contente com a idéia. Lidia não estava. Por isso naquela noite ela decidiu conversar com o guerreiro. Estavam acampados em um pequeno platô no meio de uma colina escarpa. A fogueira iluminava o lugar junto com a imponente lua branca. O monge dormia em um canto. Era o momento perfeito para falar com o elfo. Mas não foi tão simples fazer ele falar, este nunca se sentiu confortável perto da garota. Mas talvez por ela ter o mesmo sangue da raça em suas veias decidiu falar. Contou sua verdadeira história com tristeza e amargura. Ele de fato foi o único sobrevivente de sua tribo, mas não porque foi o ultimo de pé na batalha e sim porque não estava por perto. Havia um ritual de maturidade em seu povo, para passar deveria se provar capaz. Deveria caçar um grande predador das matas e trazê-lo para sua terra. Quando nesta chegasse o jovem deveria segurar uma das pedras sagradas com toda sua força e dizer que honra seu povo. Assim completaria o rito de amadurecimento. Entretanto quando ele voltou com a caça para sua casa viu apenas chamas. Todos estavam mortos. Sequer pode ver todos os rostos familiares pois as chamas queimavam forte. Nunca pode se despedir de sua família. Mas um dos anciões custou para morrer. Antes de finalmente ir disse para o jovem, você deve completar seu ritual, devera honrar nosso nome até o fim.
    E foi assim que aconteceu explicou o elfo. Quando tudo se tornou uma questão de vingança já era tarde de mais. Entretanto no fundo de sua alma ele apenas queria terminar os ritos de sua família. Lidia se sentiu comovida, mas sabia que não havia mais nada de puro ali. A loucura por completar tal tarefa subiu a cabeça dele. O ódio se fortalecia. Era triste, mas era verdade. Só que ela estava feliz por ele ter se aberto com ela. Talvez fosse um passo positivo em sua jornada.
    A manha seguinte foi o grande dia. Iriam invadir uma fortificação de um grupo de mercenários. Não era grande coisa, mas o que aquilo representava para eles era bastante. Lidia não tinha nada contra aquele grupo, mas agora ela tinha amigos e queria ajudá-los. Por mais que estes não precisassem de muita ajuda. Ibbir tinha um bom plano. Por mais forte que fosse ele tinha um aparência inofensiva, a aparência de um simples monge. E assim aproveitou tal fato. Veio com uma carroça de feno e um chapéu de palha pedindo abrigo para a noite. Os guardas do lugar não tiveram como falar não, pois morreram rápido. Lidia com seu arco de longe atacou os dois com precisão. Estava com medo de errar mas o destino resolveu ajudar naquela hora. Então o esperto monge se fingiu de morto quando outros homens saíram pelo portão para descobrir de onde vinha o ataque. Nesse momento já era claro quem estava escondido no feno e o que aconteceu com os guardas. Os portões foram tomados com facilidade. Então começou o verdadeiro confronto. O elemento surpresa ajudou muito, deviam ser uns vinte oponentes, mas nessa situação numero já não fazia diferença. Lidia decidiu correr lá para baixo para poder ajudar. Ela queria muito mostrar para Lejan que ela era capaz de lutar. Foi nesse momento que usou pela primeira vez os conhecimentos que tanto estudou nos últimos meses. Tentou se relacionar com os espíritos do lugar e usar essa força ao seu favor. Ela não foi muito bem para a primeira vez. Conseguiu derrubar um homem, mas pelo susto do que pelo poder, entretanto enfraqueceu muito seu corpo. Não era simples manipular as forças da natureza. Ela sabia disso, mas às vezes tem que arriscar.
    Logo acabou. O lugar não era mais uma ameaça. Lejan estava satisfeito. Mas agora era hora de procurar o que buscava. Assim os três entraram com calma dentro do pequeno forte improvisado para ver o que tinha de valor. Levaram um susto com o que viram. Escravos. Vários deles, de várias raças. Aquela visão foi um grande choque. Mas Ibbir decidiu agir logo, assim sem quase pensar libertou todos eles de suas celas. Todos saíram contentes, e surpresos. Apenas um não saiu. Ou melhor uma. Era uma elfa. Estava morrendo em sua cela. O monge tentou ajudá-la mais já era tarde, não tinha muito que poderia ser feito. Ela já estava preparada para ir quando ouviu uma voz bem alta perguntar surpresa, Irmã??. Foi Lejan, ele ficou sem palavras e correu para ver a elfa doente.
    Elidia estava na porta e apenas pode vê-la de longe. Era melhor não atrapalhar aquele encontro que terminaria tão triste. Ibbir também decidiu sair deixando os dois a sós. Estava tranqüilo do lado de fora, uma quietude, apenas o vento da montanha soprando. Mas logo o silencio foi quebrado com um grito vindo do elfo, “LIDIAAA!!!”. Era um grito de ódio que assustou a menina. Assustou muito. Ele desceu as escadas com uma face de ódio. Quando a garota perguntou o que houve ele disse com muita amargura e ódio. “Sua mãe acabou de morrer”.
    Lidia não conseguiu absorver aquelas palavras. Apenas sentia medo do elfo vingativo com os olhos vermelhos de lagrimas vindo na sua direção. Ele falava coisas estranhas, como que a existência dela era um símbolo de toda a dor que sua irmã havia passado. E ele ia andando com um olhas assassino na direção da jovem apavorada. Mas esta foi salva mais uma vez. O destino, o grande equilíbrio, decidiu brincar com ela mais uma vez. Ibbir se jogou no meio do caminho e segurou o guerreiro assassino. Apenas pode falar poucas palavras enquanto tentava acalmá-lo. “Fuja Lidia, fuja”. E ela fugiu.
    Estava sozinha no meio das montanhas. Os picos eram altos e faziam grandes sombras ao seu redor. A menina não parava de chorar. Às vezes era melhor viver sem entender nada do que saber sobre a verdade, pois por mais sentido que a natureza pudesse fazer ela sabia machucar a alma, como sabia. O vento continuava a ventar, mas era um vento como o que já fizera seus cabelos de criança balançarem, era triste desesperador. Ela estava sozinha. No meio do nada, sozinha.

    Então ela leu a carta.


    Equipamento


    Última edição por yuri_fidalgo em Ter Ago 17, 2010 6:14 pm, editado 6 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Sab Jul 17, 2010 5:03 pm

    Neiker, o Defensor




    Dados


    Jogador: Rekien
    Raça: Meio-Elfo
    Classe: Paladino
    Nível: 05
    Divindade: Bahamut
    Idade: 22 anos
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência: 5.800


    Atributos / Modificador


    FOR: 17 / +3
    CON: 14 / +2
    DES: 13 / +1
    INT: 07 / -2
    SAB: 13 / +1
    CAR: 17 / +3

    Defesas


    CA: 23 (10 + 02 + 01 + 08 + 02)
    FORT: 16 (10 + 02 + 03 + 01)
    REFL: 14 (10 + 02 + 01 + 01)
    VONT: 16 (10 + 02 + 03 + 01)

    Vida


    PVs: 11
    Pulsos de Cura por Dia: 12
    Valor do Pulso de Cura: 03

    Pericias


    Acrobacia: + 03
    Arcanismo: +- 00
    Atletismo: + 05
    Blefe: + 05
    Diplomacia: + 12
    Exploração: + 03
    Furtividade: + 03
    História: +- 00
    Intimidação: + 05
    Intuição: + 10
    Ladinagem: + 03
    Manha: + 05
    Natureza: + 03
    Percepção: + 03
    Religião: + 05
    Socorro: + 08
    Tolerância: + 04

    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Diletante
    Herança Dupla
    Diplomacia Coletiva
    Canalizar Divindade
    Desafio Divino
    Armadura de Bahamut

    Sem Limite

    Imposição de Mãos
    Golpe Debilitante
    Golpe Estimulante

    Por Encontro

    Armadura de Bahamut
    Punição radiante

    Diários

    Julgamento do Paladino

    Utilitários

    História


    Neiker, filho mais velho dos 5 filhos do famoso mercador Ghalius Silas, que é o maior mercador de Fiemerá, sua rotina diária se resumia a estudar para um dia suceder os negócios de seu pai, porem certo dia quando Neiker tinha 15 anos, Harantur Karsek, um famoso Paladino draconato, amigo de seu pai, veio a cidade visitá-lo.Já que Harantur é um homem muito sábio, seu pai propôs a Harantur que ele ficasse em sua residência, para ensinar a seus filhos sobre historia e religião. Orion alegremente aceitou a oferta. Após varias aulas particulares, Neiker começou a se interessar muito por religião e por Bahamut, insistindo para que seu professor Harantur, o ensinasse magias e a usar uma espada, não demorou muito para Harantur ver o enorme talento de Neiker. Porem Ghalius era totalmente contra a idéia de seu filho mais velho, se tornar algo alem de um mercador e sucede-lo, expulsando seu velho amigo Harantur de sua casa. Porem Neiker estava determinado a se tornar um paladino, assim como Harantur.
    Então Neiker decidiu fugir de casa e seguir atrás de Harantur, Após efetuar sua fuga com sucesso Neiker alcança Harantur e implora ao mesmo que ele o torne um paladino. Após segui-lo incessantemente por uma semana até que foram atacados por um grupo de ladrões, foi ai que Neiker demonstrol um exepcional talento com sua esgrima e com a utilização de algumas magias protetoras , foi ai que Harantur finalmente decidiu aceitar, porem apenas se Ghalius aceitar que Neiker se tornasse um paladino, então Neiker decide voltar a Fiemerá com Harantur. Após se aproximar do portão da cidade, ele vê um pequeno grupo de aventureiros , que o abordam e perguntam se o mesmo é Neiker o filho mais velho de Harantur. Após responder que “sim”, Neiker descobre que seu pai iria pagar uma alta quantias de dinheiro para aquele que levasse-o de volta para a cidade.
    Após cuidar dos aproveitadores, Harantur e Neiker continuam a seguir de volta para a cidade. Lá descobre que sua mãe esta doente, com uma doença mortal e temo poucos meses de vida restando, e seu pai já não é mais o mesmo que Neiker conhecia. Ele decide então capturar Neiker a força, mas foi impedido por Harantur, após uma curta batalha Harantur descobre que Ghalius havia sido possuído por um demônio, provavelmente porque estava muito vulnerável, já que seu filho mais velho havia fugido de casa, e sua amada esposa estava para morrer, então ele exorciza o demônio com uma poderosa magia,
    2 dias depois, após seu pai finalmente acordar, Neiker pede a ele permição para se tornar um paladino, Ghalius, então após ver a determinação de seu filho, decide que o mesmo pode ir para se tornar um paladino, porem havia uma regra que deveria ser cumprida, que era a de que o filho mais velho da família devia ser o sucessor hereditário da família, sendo assim, Neiker deveria abandonar o nome Silas e ser tratado como um filho renegado se quisesse se tornar um paladino. Após pensar muito , ele finalmente decide se tornar um paladino, depois de ouvir as ultimas palavras de sua mãe “ siga seu sonho, seu caminho, não deixe nada estúpido como um nome lhe segurar, você sempre será nosso filho”. Então Neiker, parte com Harantur, para a cidade de Bahamut, para ser treinado pelo mesmo.
    Ao chegar lá, todos ficaram surpresos ao descobrir que Harantur, que é conhecido como um herói, finalmente aceitou um discípulo, porem o mesmo não era um draconato, e sim um meio-elfo desconhecido, o que gerou um pouco de raiva em alguns outros draconatos, já que Harantur já havia recusado filhos de vários famosos gerreiros e até mesmo Xerrock Jerack o filho de Grocknar Jerack que era conhecido como um dos maiores generais do povo draconato como aprendiz.
    7 anos após o ocorrido, com 22 anos agora, já acostumado com o clima a cultura e por ser meio que “descriminado” pelos draconianos, finalmente finalizou seu treino como Paladino, agora ele deve aguardar ser convocado, e assim, lhe ser informado em que esquadrão ele deve entrar.

    Equipamento


    Espada Bastarda
    Armadura de Placas
    Escudo pesado


    Última edição por yuri_fidalgo em Sab Ago 28, 2010 10:32 am, editado 4 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Ter Jul 20, 2010 7:10 pm

    Sila, a Desgarrada




    Dados


    Jogador: jessica.sens
    Raça: Feral
    Classe: Patrulheira
    Nível: 05
    Divindade:
    Idade: 19 anos
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência: 5.925


    Atributos / Modificador


    FOR: 17 / +3
    CON: 15 / +2
    DES: 16 / +3
    INT: 10 / +0
    SAB: 16 / +3
    CAR: 13 / +1

    Defesas


    CA: 18 (10 + 02 + 03 + 03)
    FORT: 16 (10 + 02 + 03 + 01)
    REFL: 16 (10 + 02 + 03 + 01)
    VONT: 14 (10 + 02 + 02)

    Vida


    PVs: 44
    Pulsos de Cura por Dia: 08
    Valor do Pulso de Cura: 11

    Pericias


    Acrobacia: + 05
    Arcanismo: + 02
    Atletismo: + 05
    Blefe: + 03
    Diplomacia: + 03
    Exploração: + 09
    Furtividade: + 10
    História: + 02
    Intimidação: + 03
    Intuição: + 04
    Ladinagem: + 05
    Manha: + 03
    Natureza: + 09
    Percepção: + 09
    Religião: + 02
    Socorro: + 04
    Tolerância: + 04

    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Presa do Caçador
    Vitalidade
    Tiro primoroso
    Saque Rapido
    Lamina Oportunista

    Sem Limite

    Bater e Correr
    Golpes Gêmeos

    Por Encontro

    Mutação do Dente Alongado
    Golpe das Duas Prezas
    Golpe de Distraçao


    Diários

    Mandíbula do Lobo
    Escaramuça em Frenesi

    Utilitários

    Bloqueio Desequilibrante

    História


    Silas nao chegou a conhecer seus pais ou irmaos, logo depois de seu nascimente houve um grande incendio na floresta em que
    seu clan vivia, nao se sabe ao certo como a criança foi salva mas moradores de uma pequena vila perto da Floresta da Noite
    dizem ter visto um grande cervo branco carregar os tecidos em que se encontrava enrolada..
    A infancia entre os humanos lhe foi dificil, esta sempre preferil permanecer entre as arvores da grande floresta, aos poucos
    foi descobrindo o talento nato para a caça e guiar-se pelos caminhos escuros, mesmo assim as poucas horas que costumava passar
    com a familia que a criava lhe eram tormentosas..
    Quando completou 15 anos partiu em busca de um tutor.
    Teve como Tutor Urok Garras Prateadas, no tempo em que esteve sob sua tutela esta aprimorou seus conhecimentos e tecnicas,
    tornando-se uma ezimia patrulheira recebendo o nome de Uivo Solitario, por esta permacer boa parte de seu tempo sozinha e entre
    as arvores.
    Sila acaba de sair de seu treinamento e esta decidida a saber o que aconteceu com sua verdadeira familia.

    Equipamento


    Duas Espadas Bastardas
    Arco Longo
    Gibão de Peles


    Última edição por yuri_fidalgo em Qui Ago 12, 2010 5:13 pm, editado 2 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Qui Jul 22, 2010 5:55 pm

    Arthur Espada Negra




    Dados


    Jogador: Questão
    Raça: Humano
    Classe: Paladino
    Nível: 01
    Divindade: Erathis
    Idade: 27 anos
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência:


    Atributos / Modificador


    FOR: 18 / +4
    CON: 12 / +1
    DES: 11 / +-0
    INT: 09 / -1
    SAB: 13 / +1
    CAR: 16 / +3

    Defesas


    CA: 19 (10 + 01 + 00 + 08)
    FORT: 16 (10 + 01 + 04 + 01)
    REFL: 12 (10 + 01 + 00 + 01)
    VONT: 15 (10 + 01 + 03 + 01)

    Vida


    PVs: 12
    Pulsos de Cura por Dia: 11
    Valor do Pulso de Cura: 03

    Pericias


    Acrobacia: + 01
    Arcanismo: +- 00
    Atletismo: + 05
    Blefe: + 04
    Diplomacia: + 02
    Exploração: + 02
    Furtividade: + 01
    História: +- 00
    Intimidação: + 04
    Intuição: + 07
    Ladinagem: + 01
    Manha: + 04
    Natureza: + 02
    Percepção: + 02
    Religião: + 05
    Socorro: + 07
    Tolerância: + 02

    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Desafio Divino
    Imposição de Mãos
    Mãos Restauradoras
    Ataque Poderoso

    Sem Limite

    Golpe Sagrado
    Golpe Estimulante
    Golpe Valente

    Por Encontro

    Punição Perfurante
    Canalizar Divindade

    Diários

    Julgamento do Paladino

    Utilitários

    História


    Arthur Nasceu em um pequeno povoado um dos poucos existentes fora das grandes cidades,treinado por seu pai líder da vila nas artes do combate sua juventude foi pacata porem seu povoado era conhecido por estar perto de um grande povoado élfico,a amizade e civilidade entre os dois povos dava esperança de um futuro melhor

    porem as ordas negras servos da deusa da morte devastaram os dois povos sobrevivendo apenas Arthur e Asthar uma elfa com quem compartilhou seu amor,eles partiram para a grande cidade ambos decidiram sobreviver juntos,mas mais uma vez a cidade foi atacada e sua mulher grávida morta,em um dos últimos momentos do combate Arthur ficou sua espada no líder do bando triunfando ele orou para o deus da civilização por clemência para que quando morresse fosse unir com sua esposa na morte,abismado e admirado o deus fez uma de suas poucas intervenções transformou sua espada e sua armadura em negros abençoados se tornaram mais poderosos,em seu peito a marca da ordem,Arthur havia aceitado de corpo e alma se tornar um paladino

    O deus ainda lhe falou uma profecia que nessa vida ou na próxima ele se encontraria com seu amor,recuperado e como paladino destruiu o resto do bando que matou a sua amada esposa e seu filho não nascido,se dedicou a somente uma coisa honrar o código dos paladinos,trazer paz e justiça aonde passava e o principio o ideal da civilização humana.
    Características Psicológicas:Arthur realmente acredita que vai encontrar com seu amor seja nessa vida ou na próxima ou que irá encontrar alguem que lhe devolva aquilo que perdeu,de qualquer forma é verdadeiramente dedicado como paladino em sua tarefa de paz,justiça e civilidade.

    Equipamento


    Espada Bastarda
    Armadura de Placas


    Última edição por yuri_fidalgo em Sab Jul 31, 2010 5:53 pm, editado 1 vez(es)
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Qui Jul 29, 2010 4:12 am

    Imerral, O Julgador




    Dados


    Jogador: Ryuzaki
    Raça: Eladrin
    Classe: Vingador
    Nível: 01
    Divindade: Dama das Águas
    Idade: 28 anos
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência:


    Atributos / Modificador


    FOR: 15 / +2
    CON: 14 / +2
    DES: 14 / +2
    INT: 14 / +2
    SAB: 11 / +-0
    CAR: 12 / +1

    Defesas


    CA: 12 (10 + 01 + 00 + 01)
    FORT: 14 (10 + 01 + 02 + 01)
    REFL: 14 (10 + 01 + 02 + 01)
    VONT: 14 (10 + 01 + 01 + 01 + 01)

    Vida


    PVs: 13
    Pulsos de Cura por Dia: 09
    Valor do Pulso de Cura: 03

    Pericias


    FOR: 15 / +2
    CON: 14 / +2
    DES: 14 / +2
    INT: 14 / +2
    SAB: 11 / +-0
    CAR: 12 / +1

    Acrobacia: + 03
    Arcanismo: + 05
    Atletismo: + 08
    Blefe: + 02
    Diplomacia: + 02
    Exploração: + 01
    Furtividade: + 03
    História: + 05
    Intimidação: + 02
    Intuição: + 01
    Ladinagem: + 03
    Manha: + 02
    Natureza: + 01
    Percepção: + 01
    Religião: + 08
    Socorro: + 06
    Tolerância: + 08

    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Transe
    Passo Feérico
    Armadura de Fé
    Censura do Vingador
    Soldado Eladrin

    Sem Limite

    Golpe Avassalador
    Vingança Radiante

    Por Encontro

    Investida em Turbilhão
    Jura de Inimizade
    Canalizar Divindade: Abjurar Mortos Vivos ou Orientação Divina

    Diários

    Jura do Duelo Final

    Utilitários

    História


    Nascido em Sharunna, Immeral foi criado no fogo da batalha, aos seus 12 anos foi enviado para Treinamento em uma academia santa da Dama das Aguas, onde presenciou uma aparição da mesma, Immeral se encantou pela beleza da Deusa e pelo seu gigantesco poder, desta forma ele decidiu se tornar um adepto das crenças para com a mesma, logo, se tornou um Vingador... Julgando todos aqueles que iam contra os ensinamentos de sua deusa, Immeral procura converter a todos para a crença de sua senhora, porém... Nunca irá atacar uma pessoa que parece ter tendência boa... Ele só ataca se a pessoa tiver o "Coração Corrompido" que é o termo que ele desenvolveu para pessoas que cultivam comportamento maléfico ou individuos cujo qual os objetivos de seu Deus vai contra os princípios da rainha da Agua...


    Equipamento


    Traje Feérico
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    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Ter Ago 03, 2010 1:40 am

    Lieh Nocturnal




    Dados


    Jogador: curinga44
    Raça: Eladrin
    Classe: Patrulheiro
    Nível: 01
    Divindade: Quatro Espíritos Feéricos
    Idade: 200 anos
    Deslocamento: 6 Quadrados
    Experiência: 0 xp


    Atributos / Modificador


    FOR: 16 / +3
    CON: 12 / +1
    DES: 18 / +4
    INT: 13 / +1
    SAB: 14 / +2
    CAR: 09 / -1

    Defesas


    CA:
    FORT: 15 (10 + 01 + 03 + 01)
    REFL: 14 (10 + 01 + 04 + 01)
    VONT: 14 (10 + 01 + 02 +01)

    Vida


    PVs: 09
    Pulsos de Cura por Dia: 07
    Valor do Pulso de Cura: 02

    Pericias


    Acrobacia: + 10
    Arcanismo: + 02
    Atletismo: + 04
    Blefe: +- 00
    Diplomacia: +- 00
    Exploração: + 03
    Furtividade: + 10
    História: + 02
    Intimidação: +- 00
    Intuição: + 07
    Ladinagem: + 05
    Manha: +- 00
    Natureza: + 07
    Percepção: + 07
    Religião: + 02
    Socorro: + 02
    Tolerância: + 01

    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Passo Feérico

    Sem Limite


    Por Encontro


    Diários


    Utilitários

    História


    Leih é um remanescente do povo das fadas, e um povo exclusivo, que so abre o portal pro seu reino uma vez a cada mil anos.
    Nasceu numa familia alegre, ate que foram atacos por criaturas que ele ate hoje não conhece, tendo apenas como sobreviventes ele, seu irmão, e suas duas irmãs, sendo que ele é o filho mais velho.
    Seu irmã mais nova, ainda esta em seu reino treinando para se tornar uma excelente feiticeira para destruir aquelas criaturas que mataram seus pais, porem ele não concorda pois, sabe que tudo acontece por uma razão, ja que seu pai o ensinou isso, ele segue a risca, nunca tendo raiva, ou sentimento de vingança, apenas respondendo a grosseirias com um sorriso sincero de alegria, pois sabe que eles não sabem o que ele sabe.
    Ele teve por 20 anos o mesmo sonho, que seria o sonho de um dia seu propria morte, e de todos os mundos, por isso sente- se alegre pela inocencia dos outros. Porem aqueles que ele realmente enfrenta, ele apenas luta a serio, sendo que jamais fica nervoso.
    Sua irmão mais velha, a segunda mais velha na familia, é uma xamã respeitada, adoradora da natureza e muito ligada ao irmão, levando em conta que ele ensinou tudo que ela sabe, ou quase tudo. Ela vive no mesmo mundo de Lieh, porem numa parte mais selvagem, quase intocada por outras criaturas que não as da natureza como fadas e elfos.
    Seu irmão do meio, ainda esta se decidindo pela vida, com apenas 150 anos, ele sempre fica indeciso em manter seu costume de roubar coisas preciosas, menos do seu irmão, pois ele leva cascudos que o deixam desmaiado por dias, ou ser um defensor de sua familia em busca de vingança.
    Em seus duzentos anos, ele conquistou itens cobiçados, e talentos diversos, que sempre o ajudam a fazer seu serviço perfeito, como sua reputação precede, é conhecido por ser amigo e e ajudar quem precisa, porem ataca quem ele não considera do seu gosto, por exemplo pessoas arrogantes e malas.
    Ele trabalhou por 50 anos para um rei bondoso, numa terra prospera e acolhedora, porem um grupo de Grã Orcs, atacou o reinado, destruindo tudo e todos, sobrando somente ele e uma mulher cigana, que era a segunda no comeando depois dele, chamada de oraculo da mistica, o unico nome que ele soube dela era esse.
    Assim se separaram, e ele vive os ultimos 8 meses sozinho, procurando um motivo para viver, pois não tem sonhos, apenas vontades simples, como se manter e ajudar quem precisa.


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    yuri_fidalgo
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    Idade: 22 Localização: São Paulo

    MensagemAssunto: Re: [FICHAS] - Personagens de Jogadores   Ter Ago 10, 2010 12:54 am

    Balin, a “Rocha de Tordek”




    Dados


    Jogador: CaioGu
    Raça: Anão
    Classe: Guerreiro
    Nível: 04
    Divindade: Tordek
    Idade:
    Deslocamento: 5 Quadrados
    Experiência: 3.750 xp


    Atributos / Modificador


    FOR: 16 / +3
    CON: 15 / +2
    DES: 14 / +2
    INT: 09 / -1
    SAB: 12 / +1
    CAR: 11 / +-0

    Defesas


    CA: 20 (10 + 02 + 08)
    FORT: 17 (10 + 02 + 03 + 02)
    REFL: 14 (10 + 02 + 02)
    VONT: 13 (10 + 02 + 01)

    Vida


    PVs:
    Pulsos de Cura por Dia:
    Valor do Pulso de Cura:

    Pericias


    Acrobacia: + 04
    Arcanismo: + 01
    Atletismo + 10
    Blefe: + 02
    Diplomacia: + 02
    Exploração: + 05
    Furtividade: + 04
    História: + 01
    Intimidação: + 07
    Intuição: + 03
    Ladinagem: + 04
    Manha: + 02
    Natureza: + 03
    Percepção: + 03
    Religião: + 01
    Socorro: + 03
    Tolerância: + 12


    * negritos = pericias treinadas

    Habilidades


    Básicas (+ Talentos)

    Firmar-se ao Solo
    Aptidão com Armas dos Guerreiros
    Desafio em Combate
    Superioridade em Combate
    Treinamento com Armas dos Anões

    Sem Limite

    Golpe Certeiro
    Trespassar

    Por Encontro

    Lâmina da Serpente de Aço

    Diários

    Ameaçar o Vilão
    Cura


    Utilitários

    Irrefreável


    História


    Balin é o sucessor de uma linhagem de reis que migrou para Nova Tordek, há muito tempo atrás no Êxodo da Fenda, como os anões chamam o evento que fundou a nova cidade, após a ocupação da fenda por diversas outras raças e comerciantes.
    Seu pai ainda reinava quando levou alguns de seus mais bravos guerreiros para uma perigosa expedição para além das Terras do Continente, troçando das outras raças e reinos que não foram felizes em suas jornadas, cantando antes da hora a vitória do retorno com muitas riquezas. Anões são famosos por suas troças desafiadoras, mas nem sempre por prova-las relevantes... e foi o que aconteceu. Passaram-se 5 anos e Balin já completava 45 anos, decurso de tempo que nem a esperança e crença na superioridade da raça anã foi suficiente para aguardar o retorno do rei. Balin, mesmo não aceitando bem a idéia de que o pai havia sido tragado pelos mares (alias, um medo e blasfêmia típicos dos anões, que reforçam sua aljeriza por navegar), forçado pelas disputas dinásticas e concelhos dos anciões de sua linhagem, assume o lugar do pai e se torna o Rei de Nova Tordek.
    O jovem rei, como um bom anão de linhagem de rei, foi treinado como um exímio guerreiro, preferindo o uso de dois machados em riste, mas não deixa de levar seu escudo pesado nas costas, juntamente com um "tão grande quanto possível" machado de duas mãos (quase de sua altura), e afivelado em sua cintura dois bons martelos de arremesso.
    Apesar de novo, Balin é um bom líder, como bom anão, não muito tático, mais afeito a motivar seus guerreiros saltando a frente dos inimigos esmagando umas cabeças e rachando alguns crânios, como gosta o bom e velho deus Tordek.
    Seu reinado acaba de começar e está na hora de fazer jus a reputação de sua linhagem e de seu apelido; ele é a pedra que Tordek lança contra seus inimigos, que enquanto rola avançando no campo de batalha, esmaga todos que estão pela frente!

    Equipamento


    Brunea dos Anões (Nível 2)
    Dois Machados de Batalha
    Machado Grande
    Dois Martelos de Arremesso
    Escudo pesado

    _________________

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