Olá jovem forasteiro, seja bem vindo ao Círculo Interno. Aqui oferecemos diversas opções de mesas de rpgs. Agora que você sabe sobre isso, deverás escolher se cruzará ou não esta porta, já que atrás dela há o encontro de várias realidades! Divirta-se!!!
 
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     Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada

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    MensagemAssunto: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Sex Jan 21, 2011 9:14 pm



    Antioquia. A maior conquista da cristandade. Depois do fracasso da primeira cruzada essa conquista rendeu muita glória para os soldados de deus. Exércitos vindos de toda a cristandade se reuniram ao lado dos três maiores reis cristãos para atravessarem a Ásia Menor e conquistarem as areias sagradas. A grande Antioquia caiu depois de uma grande batalha lendária. Os árabes não conseguiram resistir por muito tempo. Um feito histórico, o primeiro marco do povo do oeste nos desertos. Já havia passado uma lua dês da conquista. Obras de novas igrejas estavam sendo feitas. Toda a cidade estava movimentada. Milhares de soldados marchavam impondo a nova ordem para o lugar. Mas mais que isso. Havia agora inúmeros mercadores chegando à cidade. Todos vindos de inúmeras partes do mundo para lucrar com a cidade recém capturada. Os movimentos eram realmente grandes. Mercadores, soldados, operários, padres. Deveria haver mais de oitenta mil soldados naquela grande metrópole do deserto. Havia chovido a poucos dias e o barro estava por todas as ruas, revelando a pegada de milhares de guerreiros e cavalos. Entretanto em poucos dias aquela armada inteira iria voltar a marchar. O sul ainda era infiel, eles diziam. O povo parecia feliz com a mistura de cultura que ocorria. Nobres disputavam terras no interior e faziam grandes obras de urbanismo. A cara da cidade estava mudando rápido. Padres adentravam povoados trazendo paz e alegria para as pessoas que os aceitassem. Foi uma terra anexada de uma maneira mais pacifica do que esperavam. O povo de Constantinopla, os bizantinos, ficou furioso em não ter recebido aquela terra depois do ataque, mas em nada podiam reclamar, o exercito não era deles. O exercito não era de nenhum país especifico, era o exercito do papa, diziam. Era uma terra diferente de todas as outras, diferentes leis, diferentes líderes. Uma nova era estava chegando para o oriente médio, um novo reino.

    Guy D'Avergnie Estava na praça. Era o lugar mais movimentado da cidade. Guardas estavam em patrulhas em todas as direções, entrando e saindo das vielas, dentro das tabernas, em cima dos telhados. O clima de guerra era claro naquele ambiente, mas ninguém parecia preocupado. Gritarias e canções vinham de dentro das “casas de descanso”. O público era volumoso nessas tavernas que se encontravam nas esquinas. Mercadores chegavam também de todas as direções. Alguns abriam suas barracas no meio da praça oferecendo para os nativos vários utensílios de seus países natais no “civilizado” oeste. Outros mercadores iam para o mercado de rua que ficava no beco principal daquele centro humano. Muita gritaria vinha daquela direção. Ali dentro deveria se encontrar as raras especiarias do oriente. Padres com grandes capuzes e cruzes vermelhas desenhadas nas costas passavam de cabeça baixa na esquerda de Guy. Este estava parado aproveitando os últimos minutos de hora livre antes de regressar para a sede do templo recém criada na cidade. Ele estava agora absorvendo um pouco da nova atmosfera que cobria aquele povo. Parecia que os nativos não se incomodavam com todo aquele movimento. Andavam juntos dos invasores sem demonstrar raiva ou tristeza. Vários deles trabalhavam ao redor da praça em vários estabelecimentos. Uma grande armoria se encontrava logo atrás de templário. Uma loja de túnicas estava logo à frente, do lado de uma igreja em obras. O sol estava quase se pondo atrás do castelo da cidade na colina ao longe. A próxima vez que o cavaleiro visse o globo de fogo no céu provavelmente estaria em seu cavalo rumando para o sul novamente. Era bom aproveitar os bons momentos antes do sol se por. Pois este poderia ser o seu ultimo por do sol. Sempre poderia ser o último quando você vive de sua espada.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Sex Jan 21, 2011 11:55 pm

    Guy D'Auvergnie parou seu cavalo de pelo extremamente negro em um canto com menos movimento e recolheu-se em uma prece silenciosa.
    Ele sentia em suas vestes os calor daquele lugar, bem diferente de sua terra natal, ainda acostumava-se com aquela temperatura e aquele ar seco.
    Checou a espada que jazia ainda tranquila em sua bainha, tocou o crucifixo que trazia por trás da cota de malha, entre ela e suas vestes alvíssimas onde a cruz de malta trazia o vermelho do sangue de Cristo, derramado pela salvação da humanidade.
    Observava de longe todos aqueles que passavam, muitos deles baixavam o olhar em sinal de respeito ao ver a imensa cruz vermelha que ele trazia no escudo.
    Verificou suas provisões e viu que tinha algum alimento, algumas conservas e carnes salgadas, bem como um cantil com boa quantidade de água. O suficiente para mantê-lo por x dias.
    No entanto, achou melhor deixar aquilo para quando precisasse, talvez em campanha.
    Agora, era mais prudente fazer as refeições na cidade.
    Trazia algum dinheiro, poderia encontrar o que comer.
    Avançou lentamente com seu cavalo por entre aquela gente.
    - Vamos, Bruno, vamos conhecer essa terra, seja um bom menino e lhe dou umas cenouras quando voltarmos. - dizia ele ao animal.
    Continuou andando, à procura de uma taverna.
    Depois de comer, voltaria para junto de seus irmãos.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Sab Jan 22, 2011 12:01 am


    -------------------------------------------------Em off------------------------------

    Peço ao mestre que arbitre para quantos dias dão as provisões que o personagem carrega bem como de que quantia em dinheiro dispõe.
    Além disso, quando enviei minha ficha, grafei errado o nome do personagem, faltou uma letra U depois do A, escrevendo 'Guy D'Auvergnie'.
    Um abraço,
    Guy

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Sab Jan 22, 2011 12:33 am

    Do lado da taverna mais próxima estava um cercado onde alguns cavalos estavam parados. Ali o templário deixou seu belo animal e pegou sua bolsa de moedas de ouro ao entrar no estabelecimento. Dentro desta bolsa havia umas cinqüenta moedas douradas, não era muito, mas poderia viver bastante tempo com essas. Dentro do estabelecimento era mais clara a cultura árabe resplandecendo. Muitos tapetes persas, cortinas de seda e travesseiros indianos. Parecia ser um bar mais local, por mais que muitos soldados aproveitavam suas bebidas em um canto animado. Ali dentro havia muitas mulheres com véus cobrindo seu rosto, uma delas acompanhadas de seus maridos, outras não. Parecia serem belas caso revelassem suas faces. Tinha também algumas dançarinas ao longe hipnotizando uma pequena platéia. No canto escuro do bar alguns homens misteriosos ficavam entre a penumbra fumando algo que era desconhecido do francês. Na sua frente estava o balcão típico de uma taverna, do outro lado um árabe meio gordo com um sorriso largo no rosto e um forte bigode. Era claro que o esperto homem queria ser amigável com os novos estrangeiros, bom para os negócios devia pensar, por isso começou a falar rápido e alegremente.

    - Bem vindo senhor. Se desejar algo é só pedir.


    Off - Certo, irei corrigir o nome depois. Já especifiquei a quantia em dinheiro. E em relação à provisão você está sem nenhuma agora. Só irá recebê-la depois de outros cavaleiros do templo.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Sab Jan 22, 2011 5:18 pm

    Guy D'Auvergnie olhou aquele homem com um certo receio, era a primeira vez que estava próximo a um infiel, julgou que só os encontraria no campo de batalha.
    No entanto, aquele homem lhe chamava atenção, mais por curiosidade.

    *Talvez seja interessante puxar conversa com esse homem e conhecer um pouco mais sobre esse lugar e esse povo. O fato de eu falar árabe deve deixá-lo mais à vontade". Pensou ele.

    - Boa tarde, cavaleiro. - Disse ele num bom e correto árabe, mas ainda com algum sotaque. - Eu gostaria de um bom vinho para beber e algo quente para comer. Ah, e se possível, uma ou duas cenouras para o meu cavalo. Já te acostumaste a servir estrangeiros aqui? - perguntou ele.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Sab Jan 22, 2011 5:21 pm

    ----------------------------------------------------Em Off------------------------------------------------
    Na imagem há 3 templários, o personagem se parece com o primeiro da esquerda para a diereita (o de barba mais comprida). Na verdade o personagem seria uma espécie de fusão entre a imagem que uso como avatar e esta.
    Um abraço,
    Guy



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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Sab Jan 22, 2011 11:25 pm

    O homem pareceu um pouco surpreso pela resposta em árabe e rapidamente pegou uma garrafa de vinho em baixo do balcão. Parecia ser um vinho italiano. Muitos mercadores estavam chegando naquela terra vendendo produtos das terras do papa, era claro que isso seria comum. Então ele começa a falar em árabe educadamente enquanto se vira para um fogão de barro aos fundos e começa a preparar alguma coisa que não podia ser vista.

    - Ultimamente estou vendo bastantes estrangeiros. O povo em geral não pareceu muito satisfeito a princípio. A cidade sofreu muito no cerco que fizeram. Entretanto nunca a vi tão movimentada. Talvez seja um bom sinal essa vinda de cruzados para essa terra.

    O homem se virou e colocou uma caneca de sopa na frente do homem sentado com sua grande espada a mostra.

    - O que realmente importa não é o deus que você segue ou o reino que você pertence, o que realmente importa é o dinheiro em suas mãos.

    Ele diz isso entendendo a mão para o cruzado e levantando um sorriso misterioso. Mais pessoas adentravam a taverna naquele exato momento. Elas se dirigiam para um canto iniciarem uma partida de dardos. Pelo vozerio alto pareciam ser ingleses. O homem a sua frente estava segurando umas cenouras em uma mão e com a outra provavelmente esperava o pagamento. Uma moeda deveria bastar.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Dom Jan 23, 2011 12:39 am

    O cavaleiro paga o homem, faz sua refeição, bebe um pouco de vinho e pega a cenoura para dar ao seu cavalo, o animal às adorava.
    Despede-se formalmente do taverneiro e vai em direção à saída, não havia mais nada de interessante a fazer ali, talvez fosse mais produtivo passar o resto de seu tempo livre junto de seus irmãos.
    Assim, Guy D'uvergnie vai em direção ao pátio dos cavalos.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Dom Jan 23, 2011 3:41 pm



    Guy então termina sua refeição depois de pagar o homem e sai do estabelecimento com as cenouras. Ele recebeu de troco umas sete moedas de pratas bastante finas e sujas. Carregou consigo também o vinho que obviamente não bebera todo. Ao chegar à sua montaria o animal se aproximou disciplinarmente. Então os dois se dirigiram para o templo. O templo nada mais era que uma antiga mesquita que passava por um período de reformas. As torres árabes já haviam sido derrubadas e colocadas no lugar as torres com sinos comuns na França. As obras já estavam quase que concluídas, mas ainda havia muitos entulhos ao redor. O templo dos templários ficava em uma colina suave um pouco longe do centro da cidade, mas ainda dentro de suas muralhas. O que surpreendeu o templário quando se aproximou foi a grande movimentação de pessoa. Milhares de pessoas ali. Uma aglomeração. Quando olhou para a direção que elas olhavam viu dois servos do templo que ele desconhecia usando capas escuras do lado de cinco árabes amarrados. Os cinco presos estavam em farrapos, muito machucados e com uma atmosfera de tristeza se emanando de seus olhos baixos. Um dos templários tinha esbravejado alguma coisa, mas não deu para ouvir, a multidão logo gritou de alegria concordando com ele. Era uma platéia quase que unicamente de pessoas do oeste.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Dom Jan 23, 2011 4:21 pm

    Aquela aglomeração toda surpreende o Templário, ele não distinguia o que falavam todas aquelas pessoas, mas não estava interessado na sua opinião, buscaria alguma resposta diretamente com aqueles servos do templo.
    Guy aproxima-se lentamente com seu cavalo da multidão, abre caminho entre eles mostrando a enorme cruz de seu escudo.
    Ao chegar mais perto do centro da aglomeração, ainda montado no cavalo, brada em tom cordial aos homens vestidos de preto:
    - Ave, meus irmãos! Quem sois e quem são estes que trazeis sob vossa guarda para a sede do Templo?

    ----------------------------------Em off-------------------------
    O personagem reconhe algum dos prisioneiros quando se aproxima?

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Seg Jan 24, 2011 11:01 pm

    O templário não reconheceu ninguém ali. Os dois templários eram de total desconhecimento, os prisioneiros mais ainda. Estes então pararam de falar quando o guerreiro de capa branca se aproximou. Pareciam estudar este antes de responder sua pergunta. A multidão também olhava atenta, rostos curiosos e empolgados se refletiam ali.

    - Ave irmão. Viemos recentemente de Roma com ordens de exterminarmos os infiéis das cidades do novo reino dos céus. E estes homens aqui serão o marco para nossa sagrada missão. O grã-mestre autorizou usarmos o pátio do templo para executarmos estes hereges aos olhares do povo.

    Ele terminou sua frase gritando para o público. Este respondia com mais alguns urros de alegria. Um suspiro triste veio de um dos prisioneiros árabes. Ao longe podia se notar outros cruzados, esses com a normal capa branca, na porta do templo observando atentamente.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Ter Jan 25, 2011 4:33 pm

    Guy d'Auvergnie estranhou totalmente aquela informação.
    O pátio do Templo era um local de reflexão e oração, onde a Ordem se reunia em proteção aos seus segredos, sangue não poderia ser derramado ali, ainda que dos inimigos do Povo de Deus, estes, deveriam ser mortos em batalha, somente em batalha.
    Executar prisioneiros indefesos, na frente do Templo, não era um procedimento usual.
    Mais estranho ainda era o Grão-Mestre haver autorizado aquela monstruosidade, pensava Guy.
    Ele então desce do cavalo e apóia sua mão no cabo da espada, aproxima-se dos prosioneiros e dos homens de capa preta e diz sério:
    - Para merecer tal punição, estes homens devem ter comtido barbáries e crimes dos quais não se tem notícia. Agistes bem ao trazeis estes homens para o Templo, ainda mais se, como dizeis, trazeis ordens de Roma. Permiti-me antes que como símbolo da nossa bondade cristã que estes homens digam suas últimas palavras. Talvez, se não podem mais salvar as vidas, possam eles salvar as almas ao aceitar Jesus Cristo como seu senhor e salvador. Falo o bárbaro idioma que os hereges usam para comunicar-se, poderei tomar deles seu último testemunho.
    Sem esperar resposta, ainda com a mão pronta para sacar a espada, o templário se aproxima de um dos prisioneiros e diz em seu idioma:
    - Dize rápido a vossa história. Sou médico e não devem temer-me, estou aqui para ouvir-vos. Se tens o coração puro, podem merecer o perdão para vossas almas, mas dize logo, de onde viestes, que fazeis aqui? Sedes prudentes e podeis salvar-vos.
    Guy esperava sinceramente que os prisioneiros entendessem as entrelinhas de sua mensagem, que era carregada de duplos-sentidos para o caso dos homens de negros falarem o idioma árabe.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Qui Jan 27, 2011 12:43 am

    O templário de vestes negras pareceu hesitar por um momento a atitude do homem, mas achou válida. Pois ele então tornou a falar em um tom ainda de respeito.

    - Esses homens são criminosos marginais dessa cidade. Eles espalmam as crenças de seu deus infiel pelo coração puro dos filhos de nosso senhor. Mas o você está certo. Nosso Deus é piedoso e permitirá que eles falem alguma coisa antes de os executarmos.

    Dava para ver agora logo a frente da platéia cinco homens de capa preta, capa dos templários também, apontando arcos para as vítimas. Uma dessas quando ouviu as palavras em sua língua se aliviou e falou bastante rápido. Aparentemente os dois templários da cena pareciam não entender direito o que Guy falava.

    - Senhor. Nós somos reles seguidores de nossa fé. Pessoas boas que cuidávamos de nossas famílias e negócios. Mas fomos capturados por esses homens enquanto estávamos rezando em nosso tapetes sagrados.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Qui Jan 27, 2011 11:12 pm

    Guy levanta-se e brada aos homens que trajavam preto:
    - Arqueiros, segurem vossas flechas!
    Vira-se em seguida para os outros dois:
    - Meus irmãos, estes homens são sensatos e ao ver a morte tão próxima de seus olhos, aceitam resignar-se a Deus todo-poderoso. Diz Ele em Suas Sagradas Escrituras: "O perdão abençoado àquele que aceita de Deus o Seu Santo Nome". Assim sendo, estes homens, antes de sua execução pelos crimes que cometeram, devem receber o santíssimo sacramento da extrema unção. Chamarei nosso Grão-Mestre para proceder a benção. Depois disso, jurai-me por Deus e por nosso Santo Papa que estes homens foram capturados em batalha e poderemos fazer seu sangue tingir o vermelho da Cruz de Cristo. Avisarei a estes homens, o destiino que lhes aguarda.
    O cavaleiro então, dirige-se novamente para os infelizes árabes e lhes diz, novamente em seu idioma:
    - Vós, jurai por vosso Deus que não sois soldados, que não tentastes lutar. Contai como fostes capturados, mas fazei depressa, podeis confiar em mim.
    ---------------------------------------------------------------------Em Off------------------------------------------
    Os arqueiros trajavam negro ou branco?
    Posso fazer um teste para identificar pelas roupas quem eram aqueles homens e se eram templários de verdade?
    Posso fazer um outro teste o personagem saber sobre quais eram as ordens do Papa para a convivência com os árabes, mais especificamente se existia algo que permitisse que executassem árabes que não fossem soldados ou que não se opusessem à permanência cristã?

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Guy D'Avergnie: A Central da Cruzada   Dom Jan 30, 2011 2:38 pm

    Os arqueiros abaixaram suas armas por algum momento e ficaram parados. Suas capas negras com o símbolo dos templários voavam com o vento. Os dois homens mais próximos olhavam pensativos para o templário recém chegado. Eles então se entre olharam, suspiraram e um começou a falar. Agora demonstrando mais impaciência.

    - O senhor quer dar uma benção final para esses infiéis? Acredito que não há mal em apelar que esses demônios do deserto arrependam-se nos segundos finais. Assim talvez eles possam ir para os céus hoje, ao invés do inferno. Esperaremos então a benção para executarmos eles.

    Os prisioneiros não entenderam as palavras do homem que estava ali do lado deles. Mas a tonalidade da voz fria dele era aterrorizante. Depois das palavras de Guy D'Avergnie o árabe que havia falado solta palavras rápido de sua boa.

    - Não somos soldados! Somos mercadores, feirantes, fazendeiros, homens simplórios de Alá. Nada mais que isso! Eu imploro por nossas vidas!


    Off - Faça um teste de Raciocínio + Militar (5d10) (Dificuldade 6) para saber sobre as vestimentas deles e faça um teste de Inteligência + Clero (4d10) (Dificuldade 8 ) para saber as ordens dos papa para essa aspecto especifico.
    Para jogar dados caso não saiba é simples. Em vez de responder no quadrado de texto aperte o botão responder. Vai para um quadrado de texto com mais ferramentas, uma dessas é lançar dados.

    _________________

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    Última edição por King Werneck em Dom Jan 30, 2011 11:09 pm, editado 2 vez(es)
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