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     Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta

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    MensagemAssunto: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Qui Mar 11, 2010 10:46 pm


    O Sul da grande floresta. Um local de transição entre as altas arvores do terreno alagado com as plantas rasteiras das grandes planícies centrais. A vegetação é muito variável, entre grandes arvores para pequenos arbustos. Os animais também variavam. Tinha milhares de espécies de aves e mamíferos naqueles vales a planícies. Um local de transição Um local que tem um pouco de todos os ecossistemas. Um centro da natureza. O centro do novo mundo.
    Um lugar perfeito para se viver. Em meio toda aquela variedade existia uma vila. O povo ali havia chegado do sul, eram refugiados. Buscavam ali uma vida mais livre e acharam. No sul havia os colonos, amistosos, cruéis, caridosos, ladrões. Um povo muito instável e perigoso.
    A vida ali era simples, caça, pesca hortas. O povo estava satisfeito, todos ali eram Maoáris e conseguiam viver em paz com suas próprias tradições.
    Akhentupã era um aprendiz na vila, seguia os caminhos de seu pai, faltava muito para alcançá-lo, mas estava fazendo bastante progresso. O trabalho espiritual era um exercício desafiador, mas aquelas terras ao qual se encontravam, o centro do mundo, era um ponto cravado de espíritos. Seu pai dizia que aquele era o melhor lugar para contatá-los e conhecê-los melhor.

    Naquele dia chegaram mensageiros de longe, eram todos índios e estavam muito sérios. O pai de Akhentupã ficou muito preocupado com a noticia e decidiu fazer uma reunião.
    Era de tarde e todos os homens da tribo fizeram um círculo, todos sentados e com uma aparência muito seria no ar.
    - Povo! Mensageiros de longe chegaram com noticias ruins, precisamos decidir certas atitudes. Diga as noticias. - Disse o pajé para um dos mensageiros.
    - Trago noticias da tribo Nanuques do sul da serra do mar. - Começou o mensageiro. - A tribo foi dizimada. Não sabemos quem é que esta por traz dessa atitude, mas como eram nossos aliados precisamos tomar providencias.
    - O que aconteceu com o povo dela? - Perguntou um dos guerreiros da vila.
    - Não sabemos, mas parece que não morreram todos.
    - Mas as noticias não param por ai. O pequeno vilarejo dos Uripi também foi capturado. - Disse outro mensageiro.
    - O que?!! Isso significa que dois do circulo foram capturados?!! – Gritou um homem.
    - Na verdade... Todos os outros oito foram capturados também. Todo o círculo do tatá (fogo) foi aprisionado.
    Todo o povo do vilarejo cai em pânico. Todos começam a gritar. O pajé chefe coloca a mão na cabeça e demonstra muita preocupação, mas volta a falar fazendo todos entrarem em silencio.
    - Nem tudo esta perdido. O retorno do boitatá está próximo, ele pode nos ajudar.
    - Você não acha que ele estará irritado com nos? - Perguntou um dos homens do vilarejo.
    - O espírito da floresta nunca fica irritado com aquele que vive ela dentro de sua alma, aquele que a protege, aquele que a ama, nunca!
    - Mas quem ira entrar em contato com ele? Pois o senhor não pode nos deixar, não nessa situação.
    - Não ha ninguém preparado para se encontrar com o grande espírito, nem eu estou. - Admitiu o pajé.
    - Então quem irá?
    - Aquele que é o elo entre os homens e a floresta pode encontrar o grande espírito, mas nunca estará preparado para ver o espírito. Ele julgara aquele em sua frente e seu destino será traçado ali, nem eu sei o que me aguardaria se o encontrasse. Quem for devera arriscar seu próprio espírito para poder conversar com o grande protetor dessas terras.
    - O senhor sabe quem devera ir? - Perguntou um dos homens próximo ao pajé.
    - Sim, mas antes precisamos testá-lo. Akhentupã, se você acredita em seu espírito venha aqui, para o centro do circulo.
    Todos os homens se levantam.

    O que fará?
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Sex Mar 12, 2010 2:36 pm

    *Akhentupã, um pouco abalado com as notícias sobre os ataques à seus amigos, recebe o chamado do pajé com muita certeza em seu coração, sem exitar, vai até o centro do círculo.*

    - Eu, Akhentupã, que significa "Aquele que serve á Tupã", me ponho à total disposição de meu corpo e alma, para ajudar no que for necessário.
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Sex Mar 12, 2010 5:30 pm

    - Que assim seja Akhentupâ, que seu teste final como pajé comesse.
    Os homens ao seu redor começam a pular e cantar ao redor do circulo. Um ritual esta começando.
    - Esta será uma jornada de seu espírito, se você realmente quiser ser um guia espiritual e achar o grande espírito precisará sobreviver a esse teste. - Proclamou o grande pajé e pai de Akhentupâ.
    Alguns homens começam a ascender tochas e continuam correndo e pulando por volta do circulo. O fogo aumenta e dele começa a aparecer uma fumaça cinza clara.
    Os cânticos vão ficando mais e mais fortes, o pajé da aldeia começa a proclamar palavras também. O céu acima do quase completo pajé começa a ficar negro. As chamas dançantes ao redor viram linhas de fogo e a fumaça começa a tomar todo o lugar. Os sons vão ficando cada vez mais graves e já é difícil distinguir as letras dos cânticos, as vozes aumentam, o fogo brilha e a fumaça toma toda a sua visão.

    Tudo fica em silencio, as chamas desaparecem e o seu redor fica calmo. A fumaça começa a abaixar e então você percebe que ninguém esta ao seu redor. A vila não esta mais ali. O que esta na sua frente é uma grande cidade. Nada antes visto por ninguém de sua aldeia. Um lugar gigante, cheio de casas, torres, ruas e pontes. Milhares de construções que Akhentupâ sequer sabia o porquê de existir. O clima era frio e passava um grande rio do lado da cidade, mas a coisa mais estranha ali é que estava completamente vazio. Não havia uma alma viva ali, um grande centro urbano, mas nenhuma pessoa nele. Todo o ambiente estava meio acinzentado e desbotado. Não dava para ver muito longe também, tinha uma barreira branca como uma cúpula ao redor daquele lugar. Era como se aquilo não fosse real, mas ao mesmo tempo fosse.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Ter Mar 23, 2010 11:10 pm

    *Akhentupã sente-se solitario e confuso, ele não sabe o que teria que fazer, como faria nem muito menos onde estava. Ele sai a procura pela cidade, de alguma alma viva! *
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Qua Mar 24, 2010 8:10 pm

    Você começa a andar pela cidade. Um mundo totalmente diferente, tudo ali é diferente de tudo que viu. E totalmente vasio. Sem nenhuma pessoa, sem nada vivo, mas então eis que você ve uma luz, na verdade uma corrente de luz, como uma linha, um fluxo iluminado cheio de cores. Ele seguia pelas ruas subindo a colina. O final dele era dentro de uma grande construção de pedra, tão grande que sequer havia um adjetivo melhor para descrevela.

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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Qui Mar 25, 2010 6:37 pm

    *Um pouco abalado com as coisas estranhas que presenciou, Akhentupã conclui: *

    *Nenhuma magia pode ser tão forte quanto a luz do Deus Sol que nos ilumina todos os dias, vou verificar pra onde foi essa luz*
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Qui Mar 25, 2010 10:59 pm

    A luz vem de dentro da grande construção. Quando entra la dentro você vê simplesmente o lugar mais dourado do mundo. Milhares de detalhes para a mente conseguir capturar. Peças de vidro, ferro madeira, todas misturadas em dourado e varias outras cores. Se aquela cidade era um local estranho para o mundo de Akhentupâ aquele grande corredor era o seu centro. O centro de um mundo antigo cheio de mistérios maiores que o da floresta. Um local amaldiçoado e ao mesmo tempo abençoado. Um centro de luz e escuridão. As sombras brilhavam naquele lugar tão forte como as luzas que vinham das janelas. Janelas essas que contiam vidro das mais diverças cores. Uma delas chamava mais a atenção. Pois a grande corrente de luz chegava nela.

    A vidraça fazia com suas cores o desenho de um homem, um guerreiro, matando uma gigantesteca criatura verde que possuia asas e parecia um lagarto. Essa criatura despertava algo na mente do pajé. Quando essse olhou focadamente para os olhos dela eles começaram a brilhar. E não apenas isso, todo o corpo da criatura no vidro começou a brilhar e o monstro lentamente foi ganhando vida no vidro até conseguir sair de dentro. E eis que ela se volta para você. Uma enorme criatura com aparencia extremamente hostil e totalmente viva logo na sua frente.
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Sab Mar 27, 2010 11:55 am

    *Akhentupã abre os braços e diz*

    - Grande criatura, que antes habitava o vidro e agora ganhou a liberdade diante de mim. Estou em paz.
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Sab Mar 27, 2010 12:58 pm

    A criatura permanece parada por alguns segundos, olhando atentamente para você. Então ela abre a boca solta um poderosissimo bafo de fogo que vai na sua direção.
    Face um teste de esquiva. (Jogue 1d100)
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Dom Mar 28, 2010 7:19 pm

    (OFF)
    Jogando o d100 e vendo ele rolar...rolar...rolar..... esse troço num para nunk!!!!
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Dom Mar 28, 2010 7:19 pm

    O membro 'Tsu' realizou a seguinte ação: Lançar dados!

    'D100' : 25

    _________________
    ^^
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Dom Mar 28, 2010 10:13 pm

    Você consegue pular para o lado escapando da linha de fogo. Apenas sente o calor dela bem próximo. Quando olha para trás vê varios bancos ardendo em brasas. Agora da para ver todo o animal, ele é majestoso, maior que qualquer coisas ja vista na floresta. Era extremamente magnifico, mas tambem extremamente hostil.
    A criatura se volta novamente para você, ela não estava interessada em converça.
    O que fara?
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Ter Abr 06, 2010 10:28 pm

    *Akhentupã percebe que não vai adiantar muita coisa ter diplomacia, e a criatura é forte demais para se enfrentar sozinha, ele então sai correndo, tentando sair do local o mais rapido possivel*










    (OFF)
    Foi mal a demora nas respostas ^^"
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Ter Abr 06, 2010 11:21 pm

    Toda cupula desse grande salão é composta por tres grandes arcos. Logo se tem varias colunas de pedras segurando esses arcos. Metade dessas colunas estão em linha do lado direito e a outro metade em linha do lado esquerdo. Entre as linhas de coluna e as paredes com janelas de vidro coloridas se encontra um corredo estreito. Entre as duas linhas de colunas se tem varios bancos, alguns estão em chamas. Entre os bancos, logo no meio do grande salão tem um corrdor que vai até o portão de saida.
    Akhentupã corre por esse corredo coberto com um tapete vermelho até esse o grande portão com todas as forças, tentanto ignorar a criatura que o seguia. Entretanto quando chegava bem perto da porta uma linha de fogo se levantava do chão criando uma barreira que o impedia de fugir.

    E agora?
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    MensagemAssunto: Re: Prólogo de Akhentupã: O Elo Entre o Homem e a Floresta   Qua Abr 07, 2010 1:53 am

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    Uso "Comunicar-se com animais". Pra tentar novamente entrar em contato com o grandão....
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